Como fazer sonorização em clínicas e consultórios? Entenda aqui

Se você busca uma solução para a sonorização em clínicas e consultórios, deve saber sobre a importância de criar um ambiente tranquilo e harmônico para que os seus pacientes fiquem calmos e confiantes no seu trabalho. Isso porque o próprio nome e a sala de espera pressupõem a chegada de algo. Embora muitas pessoas tentem ser otimistas, é inevitável temer receber as más notícias, principalmente porque se trata da nossa saúde e com isso não se brinca!

Por isso, é importante manter um local aconchegante, com recursos que remetem sensações de calma e positividade. Se você quer fazer uma sonorização para clínicas e consultórios adequada, deve pensar em qualidade e não potência. Geralmente, as salas de espera e outros ambientes comuns não são tão grandes quanto auditórios ou salas de reuniões.

Isso contribui para a criação de um projeto ainda mais personalizado e a possibilidade de usar recursos inovadores para oferecer esse aconchego tão importante para os seus pacientes. Para ajudar na escolha dos equipamentos, a Discabos traz informações coletadas a partir da entrevista de Sandro Lopes, diretor comercial da Projetryx.

Entenda como fazer a sonorização para clínicas e consultórios com a leitura deste artigo. Vamos lá?

Qual a importância de se fazer uma boa sonorização em clínicas e consultórios?

Clínicas, hospitais, consultórios médicos e outros locais relacionados à saúde das pessoas geralmente são ambientes nos quais não queremos estar. Uma sonorização bem equilibrada contribui para que esses espaços se tornem mais agradáveis, e isso exige a estruturação de um sistema adequado, com programação musical relaxante, que pode contribuir significativamente para despertar o sentimento de tranquilidade e confiança dos pacientes.

A sonorização é uma base da ambientação — conjunto de comodidades que tornam os locais mais confortáveis à permanência das pessoas, como ar-condicionado, iluminação, plantas, flores, cores usadas nas paredes, quantidade de elementos visuais, entre outros.

Como um fator imprescindível para a ambientação, a sonorização influencia diretamente o humor das pessoas, uma vez que as músicas remetem sensações, lembranças e emoções conforme a correta seleção de estilos e a própria história dos frequentadores do local. A seleção de músicas deve ser realizada preferencialmente por empresas especializadas, como as que atuam na área de criação de Rádios Corporativas e delimitam conteúdo específico para objetivo a ser atingido.

Além disso, é preciso escolher equipamentos adequados, de qualidade atestada, e contar com a ajuda de profissionais que entendam sobre questões específicas, como a localização de cada item no ambiente, a disposição de móveis e outros elementos que podem afetar a qualidade requerida do som.

A má distribuição da massa sonora e a falta de controle dos níveis de volume podem tornar o ambiente irritante e desgastante para quem precisa permanecer no local por um tempo prolongado. Os colaboradores, por exemplo, podem ter a sua produtividade comprometida, apresentar altos níveis de estresse e de fadiga auditiva, que, consequentemente, causam irritabilidade e cansaço mental.

Quais as particularidades da sonorização para ambientes médicos? Há diferença da sonorização para a sala de espera e para a sala de consulta?

Há uma grande diferença entre a sonorização de uma sala de espera e uma sala de consulta. Conforme falamos, na sala de espera a distribuição da massa sonora e a falta de controle dos níveis de volume podem tornar o ambiente desagradável e desgastante, principalmente para pessoas que estão em longa permanência.

Nesses locais, é muito importante que a programação musical seja baseada em tipos de músicas que contribuem para um ambiente tranquilo. Estilos como New Wave, Soul e Pop são mais adequados.

Já na sala de consulta, é recomendado que não haja sistema de som com programação musical, mas sim um sistema de chamadas e avisos para situações de emergência, principalmente em hospitais de grande porte, em que é preciso manter a comunicação sem prejudicar o conforto do ambiente. Nesses locais, os avisos de emergência são reproduzidos por meio do sistema by-pass.

Como planejar uma boa sonorização para esses ambientes?

O tipo de infraestrutura sonora a ser instalada depende da capacidade de investimento da instituição, clínica ou profissional de saúde. Existem equipamentos, chamados CAG (Controle Automático de Ganho), por exemplo, que controlam os níveis de volume de acordo com os níveis de ruído local de forma automática, mas o seu custo é mais alto.

Um sistema de sonorização para clínicas e consultórios deve ser composto por amplificadores, pré-amplificadores, setorizadores, alto-falantes de embutir e sobrepor — preferencialmente os de alta impedância em linhas de 70/100V, que facilitam a distribuição da potência entre os diversos alto-falantes que compõem o sistema.

Enquanto os sistemas de baixa impedância são preferenciais em locais que exigem potência e qualidade de som, os sistemas de alta impedância são indicados para ambientes com grande número de equipamentos, pois possibilitam a conexão de diversos dispositivos simultaneamente no circuito, sem prejuízo da qualidade sonora obtida.

Para essas estruturas é recomendável contratar um projeto técnico completo, composto por:

  • planta baixa (layout) e cortes;
  • memorial descritivo;
  • diagrama em blocos do sistema proposto;
  • planilha quantitativa, em que são apresentadas as marcas, modelos e preços dos equipamentos que compõem o projeto;
  • imagens 3D do projeto;

Além disso, em um projeto de sonorização, a infraestrutura e o cabeamento são dois pontos fundamentais. É necessário, por exemplo, a utilização de cabos paralelos polarizados, do tipo par trançado, para a conexão de alto-falantes e a estruturação das cornetas e os sonofletores do sistema em paralelo. A escolha correta dos alto-falantes e sonofletores também pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto.

A instalação dos equipamentos deve ser realizada por um profissional capacitado, que precisa configurar a boa distribuição de som de forma que a potência sonora de cada elemento adicionado ou retirado do circuito não afete o desempenho do sistema como um todo e mensurar a impedância da linha, a fim que ela não esteja abaixo do limite da carga mínima para o amplificador.

Com a automação do ambiente também é possível controlar, por meio de sensores, os elementos da ambientação, como a luminosidade, fechamento e abertura das cortinas e as transmissões de áudio e vídeo.

Nesse tipo de instalação é preciso evitar erros fatais, como seria não elaborar um projeto técnico completo após avaliar o ambiente corretamente, para entender qual a melhor solução e como a acústica do local pode influenciar no resultado final.

A qualidade da experiência de seus pacientes começa desde o momento em que eles esperam pelo atendimento em seu estabelecimento. Por isso, crie estratégias para garantir a fidelização dos seus clientes.

Entre em contato com o Grupo Discabos, saiba como fazer a sonorização para sua clínica ou consultório e veja como podemos ajudar na promoção dessas experiências únicas aos seus pacientes!

 

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