Já ouviu falar em patch cord? Esse é o nome dado a uma das partes mais importantes de uma estrutura de cabeamento ou data center. Algumas pessoas chamam de patch cables ou até mesmo cabos de rede. Seja qual for a denominação que esse item recebe dos profissionais, temos que reconhecer sua relevância no mundo tecnológico.

Se você está com dúvidas sobre como escolher ou até mesmo conhecer a importância desse cabo, não precisa se preocupar. Tem um cabo para cada situação, por isso, a escolha deve ser feita com cautela.

Preparamos esse texto com toda as informações relevantes sobre esse cabo de rede. Reunimos tudo o que você precisa saber para efetuar a compra desse produto. Boa leitura!

O que é patch cord?

Embora o aumento do uso de conexão de rede Wi-Fi tenha impactado a conexão feita por cabos, elas são indispensáveis em algumas situações. Podemos destacar as redes domésticas privadas, redes de escritório e até mesmo as grandes indústrias. Todos esses lugares podem demandar o uso de patch cord para que a conexão com a internet seja feita apropriadamente.

Os condutores internos desse item devem ser feitos de cobre . Isso vai ajudar a garantir a qualidade do sinal de rede. Vale lembrar que esse cabo de rede deve ter uma proteção. Caso contrário, ele pode não ter a mesma eficácia na hora de entregar o sinal. Eles são categorizados pelo seu desempenho e com propósitos específicos.

Temos que concordar sobre ninguém gostar de uma conexão lenta e com interrupções. Isso atrapalha todo o andamento das tarefas online dos usuários. Por esta razão, o patch cable é inserido em modens e roteadores visando um acesso à rede rápido e fácil. Mas você sabia que nem todos os cabos utilizados para esse propósito são iguais? É por isso que devemos estar atentos aos tipos existentes, isso vai nos ajudar e muito a acertar na compra.

Quais são os principais tipos existentes de patch cord?

Agora que já conhecemos um pouco sobre o que é patch cord, devemos conhecer os tipos mais utilizados. Eles são organizados pelo desempenho oferecido, que costuma estar relacionado à resistência e ao tamanho dos cabos de rede. Há cabos feitos de bronze e os de fibra ótica, confira alguns modelos nos tópicos abaixo:

CAT-5

Os cabos de CAT-5 são os mais recomendados para cabeamento de rede estruturada de computadores. Eles alcançam frequência de até 100 MHz.

A taxa de transferência ultrapassa 1000 Mbps, muito usada em redes domésticas, como em smartphones, notebooks e Smart TVs. Há uma versão aprimorada desse modelo, ainda mais veloz, chamado CAT-5e. Esse cabo, em específico, pode transferir quatro sinais simultaneamente. Outro destaque desse cabo está na versatilidade, já que ele pode ser usado em redes de até 100 metros. 

CAT-6

Como as conexões vão ficando mais rápidas a cada ano e o fluxo de dados só cresce, para as conexões de rede Gigabit Ethernet, é recomendado utilizar o patch cord CAT-6. Eles alcançam 250 MHz, operando em até 10 Gb/s, mas, devido ao comprimento do cabo, a transmissão de dados pode ser demorada. Esse cabo, de conector RJ45, tem 2.88mm de diâmetro e largura de banda de 500Mhz.

CAT-7

Assim como o CAT-6, o CAT-7 transmite dados em até 10 Gb/s e pode ser utilizado em dispositivos que demandam alta velocidade. Entretanto, esse é um modelo que não é reconhecido pela norma ITA. A largura de banda desse cabo chega a ser maior do que 600Mhz.

CAT-8

O cabo CAT-8 é ainda mais potente, alcançando até 2000 MHz. Graças a esse patch cord, a conexão de rede pode chegar até 25 Gb/s.

Como escolher um patch cord?

Um patch cord de alta qualidade deve ser robusto, ter ótimo desempenho na transmissão de dados e ser de marca confiável. Para escolher o modelo ideal, devemos identificar o tipo de cabo específico para cada situação e sua categoria. Como vimos anteriormente, há uma variedade de tipos existentes desse cabo de rede.

Outros fatores importantes são a blindagem, o comprimento do cabo, assim como os plugues e a resistência dos contatos. Tudo isso deve estar em mente antes de realizar a compra do produto certo para a instalação de uma fibra ótica, por exemplo. Esse cabo pode ter até 100 metros, mas ele costuma ter um tamanho menor para não ter seu desempenho prejudicado.

Nesse sentido, percebemos que quanto menor o comprimento do cabo, maior vai ser a velocidade do produto para receber e enviar dados. A velocidade é um fator imprescindível para os consumidores que pretendem adquirir esse item, logo, ela deve ser priorizada. A maioria dos casos de interferências podem ser completamente eliminados com um reforço no cabo, que visa fortalece-lo.


Quais os melhores cabo patch cord?

CAT6

  • ideal para downloads, streaming e jogos online;
  • cabo curto e altamente resistente;
  • cabo com conector RJ45 compatível com todos os cabos Gigabit Ethernet do mercado;
  • suporte a todos os dispositivos eletrônicos.

CAT7

  • 100 metros do patch cord para transferir até 10Gbps;
  • tecnologia plug and play, não requer instalação;
  • carregadores tipo C não podem ser carregados com máxima potência.

CAT8

  • conexão de rede 2.5x mais veloz;
  • alta compatibilidade com dispositivos eletrônicos com acesso à rede;
  • transferência de dados de até 480Mpbs;
  • patch cord blindado que reduz interferências e aumenta a velocidade.

Qual a importância de escolher cabos resistentes?

Há uma ampla gama de cabos disponíveis no mercado. Para o profissional, é da máxima importância conhecer os principais tipos e saber diferenciá-los. Dessa forma, ele saberá identificar qual é o mais adequado para cada projeto. E neste artigo, vamos falar sobre o cabo P2 e seus tipos, confira!

A denominação de alguns cabos é bem simplificada, mas ainda assim complexa para o entendimento das pessoas em geral. Cabos conectores muito comuns são o P1, P2, P3 e P10. Continue a leitura para saber mais sobre o cabo P2!

Como funciona o cabo P2?

Cabo p2

 

 

cabo P2 é um plug com 3,5 mm e foi projetado nos anos 50, como conector entre dois condutores para os fones de ouvido nos rádios de transistores e ainda é padrão atualmente. Esse cabo também pode ser dimensionado por polegada: 1/8”.

Ele é utilizado em eletrônicos (computadores, notebooks, caixas de som, infravermelhos) e celulares de todos os tipos. Por ser compacto, é muito fácil de ser transportado.

O cabo P2 mostra duas linhas pretas na horizontal, que separam um canal do outro sem interferência. O lado direito do áudio se encontra no meio enquanto o lado esquerdo fica na parte de cima. Na parte inferior do cabo fica o terra. A sua forma de funcionamento é igual à do P10.

Quais são os tipos de cabo P2?

 

Há muitos tipos de cabo P2. Vamos conferir alguns deles e suas especificações técnicas:

Cabo P2 estéreo para P10 mono/estéreo

 

O cabo P2 estéreo para P10 mono/estéreo tem isolamento PP, composto semicondutor, cabeamento com um metro de comprimento. É compatível com praticamente todos os instrumentos musicais, amplificadores, caixas acústicas, mesas de som.

Pode ser usado em ligações de celulares e outros aparelhos multimídia. O cabo P2 é blindado com plugs de metal niquelado de alta qualidade e durabilidade, sendo indicado para diferentes conexões em qualquer projeto.

Cabo P2 ST M-M

Cabo P2 ST M-M

 

O cabo P2 estéreo x P2 estéreo é usado para conectar o MP3 player, iPod, CD Player, PC ou qualquer outro player no seu sistema estéreo. A reprodução do áudio é de excelente detalhamento e resolução, proporcionando graves de impacto, agudos cristalinos e médios corretos.

Pode ser utilizado para ligação do áudio de equipamentos como celulares, máquinas fotográficas, filmadoras, por meio de cabo, ao estéreo/home theater.

Cabo P2 para RCA

 

Cabo P2 para RCAO cabo P2 estéreo de 3,5 mm para 2RCA (direita/esquerda) é ideal para conectar o plugue no conector de fone de ouvido do celular ou computador e os dois RCAs auxiliares no sistema de som. É um cabo P2 adaptador que proporciona alta clareza de áudio em todos os comprimentos, fornecendo assim uma conexão versátil entre hardwares.

 

O produto oferece ampla compatibilidade. O cabo divisor Y é compatível com iPhone, iPad, iPod, MP3 player, notebook, tablet, CD player e outros dispositivos digitais com conector de áudio de 3,5 mm. Também é compatível com sistemas de áudio domésticos (amplificador ou receptor com RCA).

Os conectores são banhados a ouro e cobre e oferecem durabilidade e condutividade máximas. O produto conta com design de redução de ruído de alta fidelidade.

Cabo divisor de áudio P2 M para P2MIC+P2Fone

 

Cabo P2 divisor de fone de ouvido

 

Esse cabo P2 divisor de fone de ouvido foi desenvolvido para conexão dos fones de ouvido, mas com entrada separada para fone de ouvido (CTIA) e microfone (TRS) a um computador desktop, notebook ou tablet.

É confeccionado em material TPE macio de ótima qualidade e flexibilidade, o que facilita o movimento ou o ajuste. O núcleo de cobre oferece ótima condutividade e durabilidade. Os conectores banhados a ouro resistem bem à corrosão e garantem boa qualidade de som.

Na hora de comprar seu cabo P2, considerando a diversidade de tipos, procure o que mais se adéqua às suas necessidades. Avalie a marca, a qualidade, a garantia de fábrica. O Grupo Discabos é especializado na venda de sistemas de áudio e vídeo, trabalha com marcas renomadas em todo o mundo (UGREEN, por exemplo) e com tecnologia sofisticada. Além disso, oferece venda consultiva, garantindo ao profissional a escolha do produto que realmente atende aos seus objetivos.

Está engajado em um projeto de áudio? Precisa de cabos P2? Entre em contato conosco e ajudaremos você da melhor forma possível!

A sonorização para salas de reunião e conferência deve ser inteligível, o que exige um sistema de videoconferência eficiente e com recursos de multimídia específicos. Afinal, ruídos na comunicação prejudicam a qualidade da experiência, geram interpretações equivocadas e podem acarretar ações imprevisíveis que interferem nos resultados esperados.

Então, além de investir em sistemas de áudio e vídeo para modernizar as salas de reuniões, é preciso verificar a qualidade dos equipamentos, softwares e outros componentes que funcionam regularmente nesses ambientes. Um software, por exemplo, é capaz de ajudar na identificação de interferências nas instalações e na efetivação do ajuste de qualidade de som e imagem, antes e durante a transmissão.

Além disso, sistemas embarcados entregam automação e integração, criando um elo entre os equipamentos e os recursos de controle, o que facilita o uso das tecnologias e o monitoramento dos processos nas salas de reuniões.

Neste artigo, escrito com base na entrevista de João Pastore, profissional da THREEAXIS e parceiro do Grupo Discabos, ressaltamos a importância de investir em bons equipamentos de sonorização para salas de reunião e de conferência, mas também de contar com a ajuda especializada para ajustá-los da melhor forma aos objetivos do projeto. Confira!

Por que investir na sonorização para salas de reunião e conferência?

A qualidade sonora é um fator muito importante nos ambientes de reuniões e conferências, principalmente quando temos a participação de pessoas localizadas em ambientes geograficamente distantes. Nesses locais, a reverberação do som para a reprodução de conteúdos, como músicas, é primordial.

Isso porque a inteligibilidade do som determina a qualidade do resultado para todos os participantes. Afinal, o principal objetivo desses encontros é que todas as pessoas tenham uma fácil compreensão das informações que se pretende transmitir.

No caso de conteúdo em áudio, para alcançar uma boa qualidade, é preciso reproduzir todas as faixas de frequências da respectiva fonte sonora.

Embora pareça simples, a interferência de “sons indesejados” pode ter um efeito profundo em nossa capacidade de percepção da fala e da precisão e qualidade dos conteúdos sonoros que serão transmitidos. Por esse motivo, a boa acústica do ambiente é indispensável para obter o resultado esperado.

Quais são os benefícios de ter uma sala bem equipada?

Quando temos um ambiente bem projetado e bem equipado, principalmente com as tecnologias adequadas, proporcionamos uma experiência mais positiva aos usuários. Isso certamente promoverá a melhor inteligibilidade da informação às pessoas que participam das atividades nesses ambientes.

Resumidamente, podemos citar esses benefícios:

  • simplicidade e confiabilidade no uso dos equipamentos;
  • melhor captação e reprodução dos sinais de áudio e vídeo;
  • maior facilidade na colaboração de conteúdo;
  • mais conforto e bem-estar aos usuários do sistema;
  • desempenho superior na realização das atividades;
  • relação mais benéfica entre o custo do investimento e os benefícios conquistados com o projeto;
  • padronização dos resultados e suas consequentes vantagens;
  • gestão inteligente dos recursos que integram a infraestrutura.

Quais são os prejuízos gerados por uma má sonorização?

Uma má sonorização também pode gerar prejuízos, tanto para os negócios quanto para as atividades dos participantes. Os usuários tendem a perder o foco de sua atenção, e isso pode gerar várias consequências negativas:

  • frustração;
  • perda de oportunidades;
  • queda na credibilidade das informações e da empresa;
  • redução da produtividade e da eficiência individual e global;
  • aumento na fadiga e no stress;
  • perda de bem-estar e saúde;
  • prejuízos na função cognitiva dos participantes.

Qual é o tipo de equipamento mais indicado para a sonorização para salas de reunião e conferência?

O projeto deve ser personalizado. Existem muitos fatores que interferem na qualidade do resultado, além da confiabilidade dos equipamentos escolhidos — como o tamanho da sala, que pode demandar recursos adicionais, a acústica do ambiente e até a quantidade de pessoas que participarão do encontro.

Por isso, os tipos de equipamentos indicados dependem, principalmente, das dimensões, da arquitetura e da finalidade de cada ambiente. De qualquer modo, podemos considerar os seguintes itens:

Além disso, conforme já ressaltamos em outros artigos, uma sala de reunião automatizada pode ser o grande diferencial entre uma boa conferência e uma experiência de reunião memorável. Para isso, é preciso contar com soluções e equipamentos que permitem:

  • controle de iluminação e ar-condicionado;
  • gestão de agendamento da sala, com recursos que sinalizam a ocupação do espaço para as pessoas;
  • sistema de vídeo, com monitor touch, projetor e conexão de computador para mostrar o conteúdo no monitor;
  • sistema de áudio, com alto-falantes e microfones.
  • controle e automação dos sistemas de áudio e vídeo;
  • sistemas multifunção, com monitores “tudo em um”;
  • softwares de gestão para monitoramento e emissão de relatórios do uso
  • atualização automatizada dos equipamentos.

Entretanto, quando o orçamento do projeto é mais restrito, é preciso readequar o sistema. Assim, mesmo que alguns equipamentos não sejam usados, a qualidade do resultado não é comprometida. Podemos usar como opção:

  • microfones de mesa com conexão USB, que podem ser expansíveis para atender mesas maiores e com capacidade para mais usuários;
  • caixa acústica amplificada com conexão analógica ou USB;
  • SpeakerPhones com conexão USB, que podem ser expansíveis para atender ambientes maiores.

Conforme falamos, a escolha dos equipamentos deve considerar elementos específicos do projeto arquitetônico do ambiente, além de terem em mente o objetivo e as funcionalidades necessárias da instalação, o orçamento disponível e a escalabilidade do sistema, para futuras adaptações que contemplem expansões e a inserção de novas funcionalidades.

Quais são as principais tendências para essas salas?

As demandas de digitalização e segurança foram potencializadas pela pandemia da Covid-19. A partir desse contexto, as empresas estão buscando ambientes corporativos com capacidade de detecção, prevenção e minimização da propagação de doenças.

A necessidade de tecnologia vai muito além da minimização dos riscos de contágio: ela contempla integração e automação de processos. Por isso, as tendências mais relevantes estão relacionadas à disponibilização de sistemas de agendamento inteligentes, que minimizam o contato direto das equipes entre um encontro e outro.

Além disso, é preciso criar espaços que permitam maior mobilidade das pessoas, seja na empresa, seja em home office, pois há uma forte demanda por rotinas de trabalho híbridas que integrem jornadas presenciais e remotas, com mais flexibilidade e comodidade para garantir maior satisfação dos profissionais.

Seja para a execução de um trabalho individual, seja por meio da participação em equipe, as salas interconectadas, que permitem a realização de webconferências, colaboração local e remota de conteúdo, podem estimular o surgimento de ideias e potencializar a produtividade dos profissionais.

Além disso, as empresas tendem a investir em espaços específicos com recursos de estúdio, tanto para a criação apresentações de conteúdos para uma audiência interna quanto para a criação de lives que aproximam a empresa de seus clientes.

Como o Grupo Discabos pode ajudar na sonorização desses ambientes?

A melhor maneira de garantir qualidade para um projeto é escolher produtos confiáveis, de qualidade atestada pelo mercado. Além disso, é preciso contar com uma ajuda especializada para a delimitação dos requisitos do projeto, por meio da análise das necessidades específicas de cada cliente, com seus ajustes e adequações que permitem criar um sistema de sonorização para sala de reunião e conferência personalizado.

O Grupo Discabos tem um variado portfólio e conta com soluções de qualidade para ajudar os integradores e seus clientes na melhoria do seu desempenho, agregando valor e trazendo satisfação, conforto e bem-estar social. Além disso, a empresa disponibiliza o auxílio de uma equipe especializada, que realiza o levantamento, a análise e a definição das melhores opções de equipamentos para compor essa infraestrutura.

Entre em contato com o Grupo Discabos e veja como podemos ajudar com o seu projeto de sonorização para sala de reunião e conferência!

Investir em sonorização de prédios e edifícios comerciais é a melhor forma de otimizar a distribuição do som e a comunicação em um ambiente corporativo. Seja para fazer anúncios gerais, seja para customizar a sonorização ambiente em áreas particulares, ao iniciar um projeto desse tipo, é necessário compreender o objetivo do cliente — ou seja, a dor que motivou a demanda e os requisitos do projeto.

Prédios comerciais, assim como condomínios residenciais, demandam maior segurança sem onerar os custos dos condôminos. Com um projeto de sonorização, é possível criar um plano eficaz de evacuação e de anúncios de emergência — o que pode ser o grande diferencial para evitar uma tragédia e salvar vidas.

Além disso, quando falamos de sonorização, é importante viabilizar mais conforto, por meio da mitigação de ruídos que prejudicam a qualidade da experiência dos usuários durante a permanência no ambiente.

Neste artigo, baseado na entrevista de Bruno Ballem, profissional da KVM Informática e parceiro do Grupo Discabos, falamos sobre a importância da sonorização de edificações e como fazer sonorização de prédios e edifícios comerciais. Vamos lá?

Por que investir na sonorização de edificações?

Estímulo à segurança

Conforme falamos, um projeto de sonorização de prédios e edifícios comerciais deve priorizar a segurança dos frequentadores do ambiente. Uma infraestrutura capaz de integrar a transmissão da informação, por meio de anúncios e sinalização de emergências, pode atender a essa demanda de forma rápida e eficaz.

Impacto positivo na experiência dos frequentadores

Seja por meio da criação de um sistema de sonorização ambiente para áreas comuns, seja por meio de uma rádio corporativa que integra as informações mais relevantes para as pessoas que trabalham naquele local, a sonorização das edificações tem um impacto significativo na experiência dos seus frequentadores.

O som correto pode mudar o clima em um ambiente corporativo, melhorar a concentração e até aumentar a produtividade das equipes.

Embora algumas pesquisas indiquem que as músicas com letras reduzem a performance mental, as trilhas instrumentais incrementam a performance dos ouvintes, principalmente se forem familiares.

Otimização de custos operacionais

A redução de tempo de trabalho para o controle das operações integradas — que acontece em função da automação do sistema de sonorização — otimiza o custo operacional, pois dispensa a necessidade de profissionais e permite o desligamento automático no caso de desocupação do prédio.

Maior inteligibilidade na comunicação

Inteligibilidade é a característica do que pode ser compreendido, além de ser um dos aspectos que mais influencia na qualidade do som, uma vez que se relaciona à clareza como o áudio alcança o seu propósito de comunicação.

Com automação e um sistema de som adequado, esse requisito é suprido para fortalecer a experiência dos usuários em qualquer ambiente.

Quais cuidados devem ser tomados ao sonorizar um prédio ou edifício?

Alguns cuidados para a sonorização de prédios e edifícios comerciais abrangem a acústica — compreender se a solução escolhida será inteligível ou se o local precisará ser preparado para uma entrega de som otimizada — e a localização, que se refere às características do ambiente em que os equipamentos serão instalados.

Além disso, a estrutura geral também interfere na qualidade do resultado. Isso está relacionado à tubulação, ao uso de calhas e, principalmente, ao sistema lógico, composto pela rede e todos os equipamentos usados na infraestrutura de TI.

A altura do prédio é outra característica relevante: se o local é de fácil acesso, a instalação é facilitada. Entretanto, se é um edifício muito alto, será necessário utilizar algum tipo de plataforma elevatória.

Como fazer a sonorização de prédios e edifícios comerciais?

Identifique as necessidades do projeto

Enquanto alguns clientes preferem o sistema de som para a divulgação de projetos e o compartilhamento de informações — por meio da criação de uma rádio interna, por exemplo —, outros projetos demandam funcionalidades mais específicas, como alarmes que instruem os ocupantes em casos emergenciais.

Nessa análise de demanda, é preciso definir se há necessidade de instalação de uma sonorização ambiente, voltada para o entretenimento e ambientação de áreas coletivas, e do sistema de anúncios, que tem o objetivo de informar e alertar o usuário do condomínio.

Quando falamos de sonorização ambiente, normalmente a demanda ocorre em áreas como restaurantes, cafeterias, banheiros e lobbies. Já o sistema de anúncios deve ser pontual, instalado em uma área específica para solicitar a presença de pessoas em uma sala.

Em contrapartida, o sistema de alarmes de incêndio e de sons emergenciais deve atingir toda a estrutura, ou seja, integrar todos os segmentos da edificação.

Defina o orçamento disponível

Existem muitas tecnologias avançadas, que dispõem de funcionalidades inovadoras e com alta capacidade de integração e automação. Entretanto, muitos clientes não têm orçamento suficiente para adquirir esses recursos, o que pressupõe um projeto mais simples.

Normalmente, um sistema analógico pode atender muito bem os orçamentos mais apertados. Porém, é muito importante comunicar aos clientes as diferenças existentes entre um sistema digital e uma infraestrutura automatizada.

Por isso, é importante traçar a jornada do usuário, como ele operará os equipamentos no dia a dia e se uma solução simples poderá atender a sua necessidade adequadamente.

Liste os requisitos do projeto

Ao conhecer a dor do cliente e sua real necessidade, é hora de entender de onde sairão os comunicados e para quem eles serão destinados. Com a origem e o destino das informações bem definidos, basta verificar se existe uma infraestrutura (física ou lógica) adequada para a distribuição do conteúdo.

Além de traçar a origem e destino da comunicação, também é preciso entender os desafios de cada espaço sonorizado — localização e acústica, e o melhor meio de distribuição do som, seja ele analógico ou digital.

Em relação à localização e acústica, normalmente, é possível verificar duas situações: áreas internas com acústica favorável, logo o sistema não precisa ser muito robusto; e áreas externas nas quais basta adicionar caixas de som reforçadas contra intempéries e que retardam a propagação de fogo.

Já em termos de acústica, devemos entender qual é o obstáculo de ruído (ambientes com maior volume de conversas e existência de aparelhos de ar-condicionado, por exemplo) e projetar caixas que emitam um som confortável e inteligível. O lobby do prédio, geralmente, é uma área com uma acústica desafiadora, pois é um ambiente aberto e, muitas vezes, construído com pedras de mármore, que são altamente reverberantes.

Em jardins, é imprescindível se preocupar com a infraestrutura, que deverá ser subterrânea. Além disso, o material das caixas deve suportar poeira e tempestades, assim como ter uma pressão sonora que vença os obstáculos de ruídos, como carros, buzinas e construções presentes nas redondezas.

Escolha os equipamentos

Como são soluções que devem ter alta durabilidade, é imprescindível utilizar equipamentos testados para o uso a que se destinam:

  • caixas de alta dispersão e resistentes às intempéries são necessárias em demandas mais complexas;
  • amplificadores de alta potência e de alta tensão são necessários para distribuir os sinais sem perdas;
  • processadores de áudio são necessários para criar as rotas de comunicação entre origem e destino;
  • microfones digitais (via rede) e endereçáveis são utilizados para automatizar a seleção de destinos dos anúncios e para facilitar o dia a dia do operador.

Veja uma de nossas aplicações

Em parceria com o Metropolitan Offices, prédio onde é localizado o escritório do Grupo Discasbos, fizemos a instalação de alguns equipamentos para resolver o problema de comunicação entre a atendente e os visitantes, assista ao vídeo para conhecer mais essa aplicação da nossa equipe.

Conte com fornecedores especializados

O Grupo Discabos auxilia os seus parceiros, como a KVM Informática, não apenas com o fornecimento de marcas especializadas em sonorização de prédios, mas também com a consultoria especializada e cursos técnicos que ajudam a melhorar tecnicamente o nível dos projetos.

O diferencial da empresa está em suas parcerias: projetistas, integradores de sistemas e fornecedores mais confiáveis do mercado, que comercializam marcas renomadas e garantem o sucesso das instalações devido à alta qualidade, eficiência, durabilidade e segurança dos produtos.

Agora que você sabe como fazer sonorização de prédios e edifícios comerciais, entre em contato com o Grupo Discabos e veja como a nossa equipe pode ajudar com o seu projeto!

Primordialmente, é essencial ter uma câmera para videoconferência profissional para ter alta qualidade de som e imagem. Isso vai determinar o seu sucesso ao transmitir a mensagem pela videoconferência. Ao decorrer dos anos, novos modelos surgiram, mais modernos e a preço acessíveis.

Há algumas exigências dos usuários que devem ser seguidas. As preferências deles são imprescindíveis para ajudar na escolha do produto certo. Desse modo, sempre é bom se apoiar em fornecedores sérios e investir em uma câmera de excelente durabilidade.

Vamos conhecer um pouco mais sobre as câmeras profissionais? Além disso, separamos algumas dicas de como escolher o melhor modelo de câmera para videoconferência. Essas informações vão ser valiosas no momento da compra. Siga com a leitura!

Quais são as características das câmeras e webcams profissionais?

As câmeras profissionais se destacam entre os modelos regulares e os semiprofissionais devida à qualidade oferecida. Os modelos mais recentes e de marcas conhecidas são atualizados com o que há de melhor nesse tipo de tecnologia. Por isso, eles estão sempre buscando por inovações e soluções que aprimorem as videoconferências.

Com o aumento do trabalho à distância, muitos trabalhadores, empresas e escolas estão interessados em adquirir uma webcam de alta definição ou até mesmo 4k. As pessoas, então, estão insatisfeitas com a câmera do notebook e desejam ter um modelo mais apropriado. Vale lembrar que elas esperam que o produto novo transmita sua imagem e áudio da melhor maneira possível.

De forma geral, as características de uma câmera profissional envolvem uma série de fatores, como a sua versatilidade e qualidade de imagem. As câmeras recentemente lançadas ainda têm zoom óptico, controle de brilho, contraste e nitidez. Recomendamos que elas tenham essas características principalmente para videoconferências corporativas.

Como escolher a melhor câmera profissional?

Uma câmera profissional recebe esse nome justamente por cumprir uma lista extensa de requisitos. Estamos nos referindo às especificações que determinam as funcionalidades do produto. Dessa forma, se você está à procura de uma câmera ou webcam profissional, precisa conferir os próximos tópicos. Separamos somente as dicas mais relevantes para ajudar nessa escolha tão importante.

1. Ângulo de captação

Somente as câmeras e webcam profissionais garantem um ângulo de captação maior do que o usado em câmeras mais básicas. Essa especificação permite que o vídeo dos usuários fique mais amplo. Você vai notar que câmeras com um ângulo de captação maior, vão conseguir captar mais objetos e elementos do ambiente em torno da pessoa que está falando. Além disso, em ambientes maiores, como salas de aula e salas de reunião, é possível captar a sala na totalidade.

2. Conjunto óptico

Outra parte importante das câmeras profissionais é ter uma estrutura completa, ou seja, com um bom conjunto óptico. Isso inclui as lentes e qualquer outra parte que esteja em contato direto com a luz. Esse material determina a qualidade, nitidez e clareza que será apresentada nas chamadas de vídeo. Por essa razão, não se esqueça de adquirir uma câmera para videoconferência com lentes poderosas.

3. Contraste e brilho

Outra dica relevante para escolher a câmera ideal para chamadas à distância é conferir o controle de contraste. Dependendo da iluminação do escritório e das pessoas, não é possível captar a imagem da melhor maneira possível. Desse modo, o contraste do vídeo pode ficar exagerado ou fraco sem uma configuração apropriada. Um bom teste é comparar uma câmera comum e uma profissional quando existe uma iluminação forte por trás da pessoa que está falando. Câmeras mais básicas vão mostrar apenas um vulto da pessoa.

O brilho também passa pelos mesmos problemas. Com uma iluminação baixa ou inadequada, ter um brilho forte ou fraco pode prejudicar o andamento da videoconferência. Certifique-se de adquirir uma câmera que forneça um controle do nível de brilho e não atrapalhe as reuniões empresariais dos usuários. Ninguém gosta de ter um encontro interrompido pela baixa qualidade de vídeo.

4. Foco

É comum que as pessoas tenham dificuldade em focar objetos quando estão gravando vídeo ou em videoconferências. Por isso, elas buscam um modelo de webcam que tenha excelente foco automático para evitar passar por situações constrangedoras. Caso o usuário esteja apresentando um documento ou objeto próximo à lente da câmera, é válido contar com uma boa máquina para videoconferência.

5. Movimentação da câmera

Existem diversos modelos de câmeras que não ficam estáticas, se movimentam para poder acompanhar o apresentador. Nesse sentido, isso pode servir muito bem para palestras ou aulas. Procure por uma câmera PTZ ou com a função auto framing se for o seu caso.

6. Conexão utilizada

A grande maioria das câmeras e webcams utilizam o padrão de conexão USB, porém é importante ressaltar que existem câmeras que podem se conectar por HDMI ou até por conexão de rede IP, dessa forma, possibilitando o envio do sinal direto para a rede para streaming.

Quais os diferenciais das câmeras da ClearOne?

Já ouviu falar nos produtos ClearOne? As câmeras profissionais proporcionam chamadas de vídeo de alta qualidade de vídeo e áudio, seja qual for o sistema ou software utilizado.

Modelo Unite 50

O modelo Unite 50 da ClearOne tem excelente resolução de vídeo aos consumidores. É fácil perceber a superioridade do modelo ao compará-lo com câmeras regulares de notebooks. Essa câmera profissional garante vídeo com resolução Full HD e pode ser conectado em uma simples entrada USB 2.0. Este modelo tem ainda a função de auto framing, acompanhando o apresentador de forma automática, centralizando ele no quadro, mesmo que ele se movimente de um lado para o outro.

Modelo Unite 20

Já o modelo Unite 20 da ClearOne possui um excelente conjunto ótico e ângulo de 120º de captação. É possível ver mais detalhes, bem como ter uma visão geral de todos os itens que estão ao redor do usuário. A iluminação do local também é controlada e otimizada, de forma que não atrapalhe a visualização das pessoas que estiverem com acesso a essa imagem. Bem como a lente, que tem foco de 2.8 mm e o produto pode ser instalado rapidamente, priorizando o conforto dos profissionais que estiverem utilizando outro dispositivo.

Modelo Unite 200

Por fim a câmera ‘top’ de linha da ClearOne é a Unite 200, está é uma câmera PTZ (Pan, tilt, zoom) poderosa, que pode se mover por controle por infravermelho, mas também integrado a outros sistemas como sistemas de áudio, sistemas de segurança e controladoras. Essa câmera possui conexão por USB, HDMI e rede, possibilitando enviar o sinal captado para diversas plataformas.

Por último, lembramos que as câmeras da ClearOne já receberam prêmios de inovação e são certificadas para uso em softwares como Microsoft Teams, Zoom, WebEx, GoToMeeting e muitos outros. Além disso, essa marca é oferecida oficialmente pelo Grupo Discabos no Brasil.

Como resultado, agora você já sabe como escolher o tipo ideal de câmera para videoconferência. As chamadas de vídeo vão ter uma excelente qualidade, com excelente foco, nitidez e contraste. Aposte em um produto que dure por bastante tempo para evitar trocas desnecessárias e reparos a curto ou longo prazo. Em suma, lembre-se de considerar todos os aspectos mencionados ao decorrer do texto ao escolher a nova câmera profissional!

Esperamos que tenha gostado do conteúdo. Por fim, aproveite que já terminou a leitura e entre em contato com o Grupo Discabos! Temos soluções completas para sistemas de áudio, vídeo e automação. Você vai se surpreender com os diferenciais da nossa empresa!

Hoje as aulas online aumentaram sua importância por causa da pandemia e do isolamento social. Podemos apostar também no ensino híbrido, que mistura as aulas presenciais e online.

Devemos organizar aulas híbridas de boa qualidade e, para isso, precisamos de bons equipamentos e conhecimentos suficientes na área.

É importante investir em vídeo e áudio para ensino híbrido com eficiência. Vamos dar algumas dicas de como fazer isso!

Prepare um roteiro

O planejamento e estudo do roteiro é da máxima importância. É o momento em que você tratará qual é o tema que será abordado no vídeo e áudio para ensino híbrido. Você deve definir o assunto e estudá-lo. É preciso ter noção exata do que será falado na videoaula, qual será o objetivo principal e a importância para quem está assistindo.

Escolha os equipamentos certos

Vamos conferir agora os equipamentos mais importantes para organizar aulas para ensino híbrido.

Use câmeras específicas para essa finalidade

Não é recomendado utilizar webcams comuns, cuja qualidade de vídeo é mais baixa e o ângulo de captação é menor. O correto é fazer uso de câmeras profissionais. A ClearOne oferece ótimas opções, como a Câmera Unite 200 PTZ, cujas principais características são:

  • vídeo full HD 1080p, zoom óptico 12 vezes, grande capacidade angular para captura de todos os participantes da sala com redução avançada de ruído;
  • suporte para USB 3.0/2.0, HDMI e IP com saída de vídeo simultânea para as três opções;
  • H.264 e H.265 streaming e interface de line-in para transmissão de áudio juntamente com vídeo IP;
  • compatibilidade com aplicativos conhecidos, como Microsoft Teams, COLLABORATE Space, WebEx, Cisco Jabber, GoToMeeting, Google Hangouts e outros.

Instale microfones especiais

Nas salas maiores, em aula presencial, é importante que tanto o áudio do professor como dos alunos que participam, seja captado por um microfone especial, transmitindo de forma limpa, sem eco, tanto para os alunos que acompanham a aula de casa como para os alunos que estão mais distantes na mesma sala, através de uma ligação com caixas de som.

Utilizando um microfone de teto, que captura o áudio do ambiente, além de captar todos os comentários e perguntas dos alunos que estão no local, evita aquele medo de falar no microfone, já que ele captura o áudio de uma forma natural em que você nem percebe que ele está ali presente.

Um termo que tem se falado cadas vez mais nas videoconferências e videoaulas é o “Voice Lift”, que as soluções da ClearOne oferecem. Esse “elevamento de voz” garante um som mais audível e limpo. O Voice Lift amplifica localmente o som, que é ouvido em salas de aulas pequenas, médias ou em grandes salões de reunião.

Como exemplo de solução que usa a tecnologia Voice Lift, podemos citar o microfone de teto BMA 360. Trata-se de um conjunto de microfones que pode ser acoplado no forro do teto — o mais tecnologicamente avançado do mundo, único a permitir a configuração de Voice Lift sem necessitar de uma série de outros equipamentos. Oferece excelente desempenho de áudio, sendo muito fácil de instalar.

O BMA 360 permite resposta uniforme de ganho em todas as frequências. Os feixes de precisão possibilitam um alcance de 360º sem distorções. O Voice Lift é ainda mais aprimorado porque conta com eliminador de feedback, que oferece um impulso extra de até 8 decibéis para o ganho total do sistema. Vale a pena conhecer esse produto incomparável!

Utilize processadores de áudio para ensino híbrido

Os processadores de áudio são fundamentais para garantir que o áudio para ensino híbrido tenha a melhor qualidade possível.

Uma sugestão é o Converge Pro 2 48VTD. Trata-se de um automixer de microfone multicanal avançado. Oferece suporte interno para rede de áudio Dante, conferência VoIP, uma interface Telco e os algoritmos DSP de áudio mais recentes. Entre suas características, podemos destacar:

  • 4 entradas de microfone/linha e 8 saídas de microfone/linha;
  • 16 entradas Dante e 16 saídas Dante para rede de áudio;
  • Skype embutido;
  • algoritmo incorporado para eliminação de feedback;
  • suporte para conferência baseada em SIP até 5 linhas e 5 chamadas com base na configuração da linha.

Monte um ambiente de gravação

Como o ensino será híbrido, o ambiente servirá tanto para aulas presenciais e aulas online. Assim, ele deve preencher as necessidades dos alunos presentes e dos alunos remotos.

O isolamento acústico é um ponto relevante, já que barulhos externos podem interferir tanto presencial quanto remotamente. Ruídos inconvenientes podem deixar o ensino híbrido completamente inviável. Com um processador de áudio é possível fazer ajustes personalizados no áudio captado por cada microfone e enviar em formatos diferentes um para gravação, um para transmissão online e outro para amplificação local nas caixas de som, por exemplo.

Planeje e controle o tempo

Outro ponto a considerar é o tempo. Ao organizar o conteúdo, inclusive o áudio, avalie o tempo necessário para passar o conteúdo conforme o planejado. Talvez, aulas longas demais não agradem muito os alunos, principalmente os presenciais (você deve lembrar que o isolamento social se mantém e não é recomendável se estender demais nas aulas presenciais).

De qualquer modo, você deve respeitar o roteiro e planejar o tempo conforme o que você planejou. Caso seja necessário um período muito longo, invista em formas de captar a atenção do aluno sem deixá-lo cansado e desinteressado.

O áudio para ensino híbrido é muito relevante nesse sentido, pois sua boa qualidade é um estímulo para os alunos enquanto áudios cheios de ruídos e chiados, com reverberação e eco, não ajudam em nada a prender a atenção dos ouvintes — ao contrário, eles são incômodos e dificultam a apreensão do conteúdo, podendo levar até ao abandono da aula.

Revise os equipamentos de áudio para ensino híbrido

Para ter certeza de que a aula híbrida será bem-sucedida, você não pode esquecer de revisar tudo, principalmente os equipamentos. Se um dos equipamentos apresentar falhas, todo o restante poderá se comprometer. Toda a instalação dos equipamentos deve ser feita por um profissional capacitado. Isso certamente leva tempo.

Além de instalar, devem ser feitos testes para ter certeza de que os áudios serão de boa qualidade. É importante investir nas soluções tecnológicas mais avançadas, com melhores recursos. Daí a importância de se manter sempre atualizado, conhecendo as melhores marcas e os melhores fornecedores.

A revisão é uma medida preventiva, que evita transtornos de última hora. Com ela, você já identifica eventuais lacunas e falhas e trabalha para corrigi-las. Caso seja preciso substituir um alto-falante ou caixa de som, você já fará a troca. Se for identificada qualquer irregularidade, você já trabalhará para corrigi-la. Enfim, a revisão otimiza os processos, garantindo os melhores resultados.

O Grupo Discabos, empresa especializada em soluções audiovisuais completas, pode ajudar você a organizar áudio para ensino híbrido com eficiência. Além de trabalhar com os melhores produtos do mercado (com avançada tecnologia), também oferece uma consultoria gratuita, onde você ficará sabendo quais são as melhores soluções para o seu caso. Dessa forma, você não corre o risco de adquirir equipamentos inadequados e ter prejuízos. Tudo o que é necessário para suas aulas híbridas, o Grupo Discabos oferece por um melhor custo-benefício.

O que achou do post? Precisa de equipamentos audiovisuais de boa qualidade? 

Boa parte dos problemas em instalações de áudio e em equipamentos elétricos são decorrentes do mau uso dos equipamentos. Alguns cuidados nas instalações de sistemas de áudio são essenciais para que o usuário não comprometa definitivamente os equipamentos, não prejudique sua segurança nem perca a garantia dos produtos, que é concedida pelos fabricantes.

As boas práticas nas instalações de sistemas de áudio e na operação diária dos equipamentos abrangem, por exemplo, a observação da tensão local de alimentação no qual o equipamento será instalado. Alguns amplificadores, dependendo de marca e modelo, não são do tipo “bivolt’”. Logo, escolher o equipamento correto para operar com a tensão local é a primeira ação para evitar problemas mais graves.

Neste artigo, descrevemos ações e cuidados na instalação de equipamentos em sistemas de áudio para que você tenha uma estrutura de áudio segura e eficiente em sua instalação. Vamos lá?

Qual é a diferença entre baixa e alta impedância?

De forma simplificada, a impedância é a média entre a resistência e a reatância de um sistema cabeado usado para a transmissão do som. No Sistema Internacional, ela é medida por Ohms (Ω).

Enquanto sistemas de baixa impedância são estabelecidos em ambientes que exigem potência e qualidade de som, os sistemas de alta impedância são indicados para locais com grande número de alto-falantes, como shoppings e aeroportos, pois possibilitam a conexão de diversos sonofletores em um mesmo circuito, utilizando apenas conexões em paralelo.

Boas práticas para instalações de sistemas de áudio?

Listamos as ações mais importantes para garantir a integridade e o bom funcionamento dos seus equipamentos nas linhas de alta impedância. Veja a seguir.

Utilize cabos paralelos polarizados

Utilize cabos paralelos polarizados. Para locais onde vários cabos de vários circuitos passarão juntos numa mesma tubulação, prefira aplicar cabos do tipo par trançado para conexão de alto-falantes. Alguns sonofletores e cornetas têm fios soltos ao invés de bornes para conexão. A cor destes fios é importante, pois indicam os polos de conexão corretos. Em linha de alta impedância, produtos da marca TOA CORPORATION, por exemplo, utilizam a cor preta para o fio positivo e a cor branca para o negativo.

Observe os “taps” de seu alto-falante

Alguns sonofletores apresentam taps diferentes para linhas de 70 e 100 volts. Estes taps são utilizados para indicar com qual potência os alto falantes podem operar. O tap indica o quanto de impedância será utilizada pelo transformador do alto falante. Para ajustar o tap, utilize informações do manual do equipamento escolhido. Os sonofletores mais simples não produzem a potência total quando estão em linha de 70 volts, sendo capaz de gerar a potência máxima apenas quando estão conectados em linhas de 100 volts.

Cuide sempre do volume do amplificador

Observe os LEDs de VU do amplificador. Não permita que o som fique distorcido, gerando o chamado clipping. Mesmo quando você não escutar a distorção, não deixe que o sinal visual, no VU, ultrapasse limites de distorção, para evitar que isso danifique o sistema. Isso é especialmente delicado quando há cornetas instaladas, pois elas são equipamentos muito sensíveis à distorção e podem ser danificadas.

Evite sobrecarregar a equalização nos graves e agudos

Quando as cornetas são usadas em algumas áreas da instalação, é preciso evitar a sobrecarga da equalização nos graves e agudos, pois, assim, é possível impedir a queima dos drivers. Prefira deixar o sinal flat.

Nunca inverta o uso das portas “COM”

Alguns amplificadores, como o A-2240 da TOA, oferecem várias portas de conexão com alto-falantes, com saída para 4 oHms e outras para linhas de 70/100 volts.

Essas portas usualmente trazem dois terminais com a inscrição “COM”, sendo um deles para conexão em linha de baixa impedância e outro para alta impedância.

Nunca inverta o uso dessas portas. Se a conexão for realizada com alto-falantes em linha de 70v ou 100v, utilize a porta “COM” dedicada às linhas, ou seja, não use a porta “COM” disponível para a baixa impedância ao ligar o fio positivo na saída de 70v ou 100v.

Não utilize portas de baixa e alta impedância simultaneamente

Quando amplificadores oferecerem portas para baixa impedância (4 ou 8 oHms) e alta impedância (linhas de 25/50/70/100v), nunca utilize portas de baixa e alta impedância simultaneamente, a não ser que o manual mencione que a ligação simultânea seja possível.

Deixe os amplificadores desligados

Para evitar choque elétrico ou danos ao equipamento, sempre deixe os amplificadores desligados, ao realizar a instalação ou se tiver que fazer alguma manutenção no sistema, checagem ou substituição de cabos.

Conecte as cornetas e sonofletores em paralelo

Em linhas de alta impedância, nunca conecte as cornetas e os sonofletores em série. Faça sempre conexões em PARALELO.

Utilize cabos adequados

Determine a bitola de cabos utilizados de acordo com as características da instalação. Você sempre deve utilizar uma tabela de bitola para caixas de som do fabricante. Também pode entrar em contato com o Suporte Técnico do Grupo Discabos para que possamos lhe enviar uma tabela.

Utilize um medidor de impedância

Na instalação, utilize um medidor de impedância para a checagem da impedância na linha. O equipamento verifica se a impedância na linha não está abaixo do limite de carga mínimo para o amplificador.

Por exemplo, um amplificador de 42 oHms conectado a uma porta de 100 volts não pode ser conectado a uma linha de alto falantes, cuja impedância seja inferior a 42 oHms. Se a medição é menor, significa que você tem sonofletores em excesso ligados à porta, ou a impedância de alguns sonofletores precisa ser elevada, a fim de reduzir a carga total de potência exigida do amplificador.

A mensuração da impedância acontece da mesma forma em um circuito simples, baseado em resistores, usando um multímetro comum, ou um medidor de impedância é adicionado para avaliar a capacidade da carga.

No entanto, usar multímetro para medir a impedância total de um sistema com sonofletores e transformadores retorna resultados imprecisos. Isso acontece porque os multímetros comuns realizam essa medida por meio da corrente contínua. Já o medidor de impedância utiliza a corrente alternada, o mesmo tipo de corrente utilizada pelos amplificadores. Nossa sugestão é utilizar o medidor de impedância TOA ZM-104A.

Quais os cuidados especiais na manutenção da infraestrutura?

Ao fazer a manutenção das instalações de alta impedância, cuide destes aspectos, conforme relacionamos a seguir:

  • Confira se não há curto-circuito nos cabos de energia, em linha de alto-falantes, ou em algum ponto da instalação;
  • Evite mal contato na conexão dos cabos paralelos com os sonofletores;
  • Avalie com frequência as emendas e confira se elas foram bem-feitas principalmente nos cabos dos alto-falantes. Prefira utilizar conectores de derivação ao invés de fazer emendas nos cabos.

Uma boa distribuição de som deve ser configurada de forma que a potência sonora de cada elemento adicionado ou retirado do circuito não afete o desempenho do sistema como um todo. Para isso, os cuidados na instalação do áudio permitem que a distribuição de corrente seja constante, e o resultado sonoro, perfeito.

Agora que você conhece as boas práticas para instalações de sistemas de áudio, que tal conhecer as melhores soluções para essa finalidade? Entre em contato conosco.

Se você busca uma solução para a sonorização em clínicas e consultórios, deve saber sobre a importância de criar um ambiente tranquilo e harmônico para que os seus pacientes fiquem calmos e confiantes no seu trabalho. Isso porque o próprio nome e a sala de espera pressupõem a chegada de algo. Embora muitas pessoas tentem ser otimistas, é inevitável temer receber as más notícias, principalmente porque se trata da nossa saúde e com isso não se brinca!

Por isso, é importante manter um local aconchegante, com recursos que remetem sensações de calma e positividade. Se você quer fazer uma sonorização para clínicas e consultórios adequada, deve pensar em qualidade e não potência. Geralmente, as salas de espera e outros ambientes comuns não são tão grandes quanto auditórios ou salas de reuniões.

Isso contribui para a criação de um projeto ainda mais personalizado e a possibilidade de usar recursos inovadores para oferecer esse aconchego tão importante para os seus pacientes. Para ajudar na escolha dos equipamentos, a Discabos traz informações coletadas a partir da entrevista de Sandro Lopes, diretor comercial da Projetryx.

Entenda como fazer a sonorização para clínicas e consultórios com a leitura deste artigo. Vamos lá?

Qual a importância de se fazer uma boa sonorização em clínicas e consultórios?

Clínicas, hospitais, consultórios médicos e outros locais relacionados à saúde das pessoas geralmente são ambientes nos quais não queremos estar. Uma sonorização bem equilibrada contribui para que esses espaços se tornem mais agradáveis, e isso exige a estruturação de um sistema adequado, com programação musical relaxante, que pode contribuir significativamente para despertar o sentimento de tranquilidade e confiança dos pacientes.

A sonorização é uma base da ambientação — conjunto de comodidades que tornam os locais mais confortáveis à permanência das pessoas, como ar-condicionado, iluminação, plantas, flores, cores usadas nas paredes, quantidade de elementos visuais, entre outros.

Como um fator imprescindível para a ambientação, a sonorização influencia diretamente o humor das pessoas, uma vez que as músicas remetem sensações, lembranças e emoções conforme a correta seleção de estilos e a própria história dos frequentadores do local. A seleção de músicas deve ser realizada preferencialmente por empresas especializadas, como as que atuam na área de criação de Rádios Corporativas e delimitam conteúdo específico para objetivo a ser atingido.

Além disso, é preciso escolher equipamentos adequados, de qualidade atestada, e contar com a ajuda de profissionais que entendam sobre questões específicas, como a localização de cada item no ambiente, a disposição de móveis e outros elementos que podem afetar a qualidade requerida do som.

A má distribuição da massa sonora e a falta de controle dos níveis de volume podem tornar o ambiente irritante e desgastante para quem precisa permanecer no local por um tempo prolongado. Os colaboradores, por exemplo, podem ter a sua produtividade comprometida, apresentar altos níveis de estresse e de fadiga auditiva, que, consequentemente, causam irritabilidade e cansaço mental.

Quais as particularidades da sonorização para ambientes médicos? Há diferença da sonorização para a sala de espera e para a sala de consulta?

Há uma grande diferença entre a sonorização de uma sala de espera e uma sala de consulta. Conforme falamos, na sala de espera a distribuição da massa sonora e a falta de controle dos níveis de volume podem tornar o ambiente desagradável e desgastante, principalmente para pessoas que estão em longa permanência.

Nesses locais, é muito importante que a programação musical seja baseada em tipos de músicas que contribuem para um ambiente tranquilo. Estilos como New Wave, Soul e Pop são mais adequados.

Já na sala de consulta, é recomendado que não haja sistema de som com programação musical, mas sim um sistema de chamadas e avisos para situações de emergência, principalmente em hospitais de grande porte, em que é preciso manter a comunicação sem prejudicar o conforto do ambiente. Nesses locais, os avisos de emergência são reproduzidos por meio do sistema by-pass.

Como planejar uma boa sonorização para esses ambientes?

O tipo de infraestrutura sonora a ser instalada depende da capacidade de investimento da instituição, clínica ou profissional de saúde. Existem equipamentos, chamados CAG (Controle Automático de Ganho), por exemplo, que controlam os níveis de volume de acordo com os níveis de ruído local de forma automática, mas o seu custo é mais alto.

Um sistema de sonorização para clínicas e consultórios deve ser composto por amplificadores, pré-amplificadores, setorizadores, alto-falantes de embutir e sobrepor — preferencialmente os de alta impedância em linhas de 70/100V, que facilitam a distribuição da potência entre os diversos alto-falantes que compõem o sistema.

Enquanto os sistemas de baixa impedância são preferenciais em locais que exigem potência e qualidade de som, os sistemas de alta impedância são indicados para ambientes com grande número de equipamentos, pois possibilitam a conexão de diversos dispositivos simultaneamente no circuito, sem prejuízo da qualidade sonora obtida.

Para essas estruturas é recomendável contratar um projeto técnico completo, composto por:

  • planta baixa (layout) e cortes;
  • memorial descritivo;
  • diagrama em blocos do sistema proposto;
  • planilha quantitativa, em que são apresentadas as marcas, modelos e preços dos equipamentos que compõem o projeto;
  • imagens 3D do projeto;

Além disso, em um projeto de sonorização, a infraestrutura e o cabeamento são dois pontos fundamentais. É necessário, por exemplo, a utilização de cabos paralelos polarizados, do tipo par trançado, para a conexão de alto-falantes e a estruturação das cornetas e os sonofletores do sistema em paralelo. A escolha correta dos alto-falantes e sonofletores também pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto.

A instalação dos equipamentos deve ser realizada por um profissional capacitado, que precisa configurar a boa distribuição de som de forma que a potência sonora de cada elemento adicionado ou retirado do circuito não afete o desempenho do sistema como um todo e mensurar a impedância da linha, a fim que ela não esteja abaixo do limite da carga mínima para o amplificador.

Com a automação do ambiente também é possível controlar, por meio de sensores, os elementos da ambientação, como a luminosidade, fechamento e abertura das cortinas e as transmissões de áudio e vídeo.

Nesse tipo de instalação é preciso evitar erros fatais, como seria não elaborar um projeto técnico completo após avaliar o ambiente corretamente, para entender qual a melhor solução e como a acústica do local pode influenciar no resultado final.

A qualidade da experiência de seus pacientes começa desde o momento em que eles esperam pelo atendimento em seu estabelecimento. Por isso, crie estratégias para garantir a fidelização dos seus clientes.

Entre em contato com o Grupo Discabos, saiba como fazer a sonorização para sua clínica ou consultório e veja como podemos ajudar na promoção dessas experiências únicas aos seus pacientes!

 

Para entender as diferenças entre USB-C, USB-A e USB-B, devemos comparar as versões do padrão USB. Ele se refere à forma física e à fiação das portas e plugues para garantir velocidade de transmissão de informações e um sistema de interconexão completo.

Embora a versão USB-C seja a mais recente e, obviamente, a mais eficiente para o uso em sistemas de qualquer espécie — devido à sua forma reversível, ao carregamento mais rápido, à economia de espaço, à compatibilidade com versões anteriores e à interoperabilidade, por exemplo —, é importante conhecer os tipos A e B para observar como a tecnologia evoluiu ao longo do tempo.

Neste artigo, destacamos essas diferenças entre USB-C, A e B para que você entenda de uma vez as especificações de cada modelo e qual é o melhor para as suas necessidades. Vamos lá?

Quais são as diferenças entre USB Tipo-C, Tipo-A e Tipo-B?

As versões do USB incluem 1.1, 2.0, 3.0 e 3.1:

  • USB 1.1: lançado em 1998, atinge uma velocidade máxima de transmissão de 12Mbps;
  • USB 2.0: lançado em 2000, atinge uma velocidade máxima de transmissão de 480 Mbps no modo Hi-Speed, é compatível com versões anteriores e tem uma potência de saída máxima de 2,5 Volts (1,8 Ampères);
  • USB 3.0: lançado em 2008, atinge uma velocidade máxima de transmissão de 5 Gbps, é compatível com versões anteriores de USB 2.0 e pode fornecer até 5 Volts (1,8 Ampères);
  • USB 3.1: lançado em 2013, atinge uma velocidade máxima de transmissão de 10 Gbps, é compatível com versões anteriores de USB 3.0 e USB 2.0, tem três perfis de energia e permite que dispositivos maiores consumam energia até 2 Ampères a 5 Volts (para um consumo de energia de até 10 Watts) e até 5 Ampères a 12 Volts (60 Watts) ou 20 Volts (100 Watts).

USB-A

A forma retangular do USB-A foi o primeiro padrão USB. Em um cabo tradicional, o conector Tipo-A é conhecido como conector A-macho, que se conecta à entrada A-fêmea presentes em desktops, laptops, consoles de jogos, teclados, mouses e pen drives.

Atualmente, USB 1.1, 2.0 e 3.0 compartilham o mesmo design Tipo-A, o que significa compatibilidade de entrada e saída, mesmo que o dispositivo e o host usem versões USB diferentes.

USB-B

O USB do tipo B é a extremidade do cabo USB padrão, que se conecta a um dispositivo periférico. Ele também é conhecido como Tipo B-macho, enquanto a porta do dispositivo é chamada de Tipo B-fêmea. O conector Tipo-B e a sua porta complementar também aparecem em vários formas e tamanhos:

  • Padrão-B original (usado para conectar dispositivos periféricos maiores como scanners);
  • Mini-B (para dispositivos portáteis mais antigos, como câmeras digitais e drives portáteis);
  • Micro-B USB (para smartphones e tablets);
  • Micro-B USB 3.0;
  • Padrão-B USB 3.0.

USB-C

Com 8,3 x 2,5 mm, a porta — e o conector Tipo-C — são aproximadamente do mesmo tamanho do Micro-B USB. Esse modelo é muito versátil e pode funcionar para conectar até os menores dispositivos periféricos.

Ambas as extremidades do cabo são idênticas, e isso é um grande diferencial que garante a usabilidade do conector, uma vez que a orientação reversível do plugue elimina a preocupação de inseri-lo de cabeça para baixo.

O USB-C e USB 3.1 são compatíveis com versões anteriores de USB 3.0 e 2.0. Também há adaptadores para permitir que hosts e dispositivos Tipo C funcionem com os demais dispositivos USB existentes.

Como vimos, há algumas diferenças entre USB-C, A e B que você precisa conhecer para desfrutar ao máximo de seus eletrônicos, sejam eles dispositivos maiores, menores ou portáteis.

Agora que você já sabe mais sobre esses plugues, aproveite para conhecer os cabos disponíveis em nosso portal!

Muitas Smart TVs podem ser ligadas a um dispositivo por meio de um cabo óptico. Esses televisores dispõem de uma saída ótica que serve para direcionar o áudio a um home theater, soundbar, receiver e outros aparelhos que apresentam compatibilidade na entrada de som. O cabo óptico também pode ser utilizado para envio de sinal de áudio de fontes geradoras de sinal de vídeo digital para equipamentos que distribuem e processam apenas o áudio.

Essa é uma solução muito comum em home theaters. Por isso, neste texto, vamos tirar todas as dúvidas sobre o cabo óptico para home theater: veremos quais são seus tipos e características e como podem ser utilizados!

O que é um cabo óptico para home theater?

Cabo óptico para home theater é um dispositivo usado para a transmissão de dados através de luz sem interferências. Trata-se do cabo de áudio digital.

Para a produção de cabos ópticos, é preciso revestir as fibras óticas com uma camada de resina. Em muitas versões populares, há a cobertura final feita de plástico.

O que é fibra ótica?

A fibra ótica é um filamento flexível, muito fino e cuja produção se dá por matéria-prima transparente, como o vidro, e com cobertura plástica para garantir a proteção ao interior.

Ela é um condutor de luz. Para que isso aconteça, é preciso que a luz penetre no interior do núcleo da fibra, denominado “ângulo limite”.

Reflexões internas seguidas podem acontecer sem que a luz transmitida sofra tanta perda. Não há interferências e há um aumento na velocidade.

Por isso, ela é uma boa opção para transmitir sinais, sendo usada inclusive por provedores de internet.

Qual a diferença entre cabo óptico e cabo HDMI?

Esse é um item que pode causar confusão, pois existem cabos hdmi ópticos e cabos de áudio ópticos. Os dois usam a fibra ótica como um meio para levar o sinal de um lado até o outro. Porém os que tem a conexão HDMI na ponta levam sinal de áudio e vídeo juntos e aqueles com a conexão Toslink levam apenas o áudio em formato digital.

Em relação às dimensões, apesar de existirem cabos maiores, recomendamos usar os cabos ópticos de áudio até 5 metros no máximo, enquanto existem cabos HDMI ópticos que podem alcançar os 300 metros, mas é claro acabam custando bem mais caro.

Os cabos ópticos apresentam vantagens em relação a cabos de cobre em relação a interferências e ruídos, eles fazem a transmissão de dados através da luz, sem que seja preciso condutor, nem aterramento. Já os cabos de cobre são vulneráveis a radiofrequências ou ao eletromagnetismo caso não sejam bem protegidos por blindagens.

O que é o cabo óptico toslink?

O cabo óptico toslink é o cabo óptico para home theater convencional que possui conexão toslink nas duas pontas. Ele também é conhecido como cabo S/PDIF.

O cabo toslink oferece conexão de qualidade superior à do tradicional cabo de áudio stereo RCA, aquele das pontas vermelha e branca, que leva sinal de dois canais de áudio. Ele pode levar sinais de alta fidelidade para mais de 7 canais de áudio.

Como usar o cabo óptico para home theater?

Existem algumas formas em que o cabo óptico é utilizado em sistemas de home theater, abaixo listamos as três opções mais comuns detalhando como usar em cada caso.

 

Usando o cabo óptico na saída de áudio da TV

Esse caso é muito utilizado quando você quer ter o áudio que é gerado na smart TV distribuído em um outro sistema de som como por exemplo uma soundbar, ou um home theater. O sinal pode vir de um app instalado na Smart TV, como o NetFlix, Disney Plus, Amazon Prime, etc., ou de um sinal de tv aberta . Você deve seguir alguns passos para fazer a conexão de um sistema de som com a Smart TV pelo cabo óptico:

  1. Observe a conexão “Optical Digital Audio Out” na parte de trás do televisor, pois é nessa conexão que deve ser encaixada uma extremidade do cabo óptico;
  2. no dispositivo de áudio, conecte o outro extremo do cabo na conexão “Optical Digital In”;
  3. no controle remoto, clique no ícone de engrenagem, que dá acesso ao menu rápido;
  4. navegue, com o cursor do controle remoto, até a opção “Saída de Som” e clique em “OK”;
  5. acione o botão da direita no controle remoto e selecione a opção “Áudio (Óptico/ HDMI); tenha certeza de que o aparelho de áudio está ligado e tecle “EXIT” no controle assim que o televisor reproduzir o som.

Usando cabo óptico na saída do decoder de tv a cabo ou tvbox ou videogame

Uma outra forma de usar o cabo óptico é conectando ele na saída de um outro dispositivo, como por exemplo um decoder de tv a cabo ou un tv box ou um console de videogame. Quando você não está satisfeito com a qualidade do som reproduzido nos alto falantes da TV, essa é uma boa saída. Siga os passos abaixo:

  1. Conecte o cabo óptico na conexão “Optical Digital Audio Out” do dispositivo;
  2. no dispositivo de áudio, soundbar, home theater ou outro, conecte o outro extremo do cabo na conexão “Optical Digital In”;
  3. Nas configurações do aparelho selecione para utilizar a saída de áudio óptico e pronto, o sinal de áudio já vai ser direcionado para o sistema que voce tem a parte, mantendo o sinal de vídeo através do cabo HDMI até a TV;

Separando o áudio de uma conexão HDMI e usando por cabo óptico

Algumas vezes você pode se deparar com um equipamento que tem apenas conexão HDMI e não tem a saída de áudio ótica. Para estes casos é possível utilizar um extrator de áudio do HDMI, dispositivo que tem uma entrada HDMI, recebendo uma conexão digital de áudio e vídeo, e tem uma saída hdmi e uma saída de áudio digital óptico, separando os sinais e mantendo a qualidade deles. Neste caso siga estes passos:

  1. conecte o sinal HDMI da fonte até o extrator de áudio
  2. Conecte o cabo hdmi do extrator até a TV
  3. Conecte o cabo de áudio óptico do extrator até o sistema de áudio

Como e onde comprar cabo óptico?

Você deve procurar uma boa empresa para comprar cabo óptico para home theater, seja na compra presencial, seja na compra online.

É importante pesquisar e comprar em uma loja bem reputada, especializada em sistemas de áudio e vídeo que possam esclarecer suas dúvidas e ajudar na escolha do cabo mais adequado para a sua instalação.

O Grupo Discabos, trabalha há mais de 25 anos nesse ramo e pode te ajudar. 

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