Antes de comprar um Splitter, Switch ou Matrix, você deve conhecer as características e as aplicações desses elementos em infraestrutura de áudio e vídeo. Todos eles são adaptadores HDMI para a transmissão de dados, mas cada um tem uma função específica conforme a demanda do projeto.

Neste artigo, trazemos informações sobre Splitter, Switch e Matrix para que você saiba qual é a melhor opção para a sua estrutura. Vamos lá?

Splitter

O Splitter é um pequeno adaptador com uma entrada e muitas saídas HDMI. Existem Splitters com até 16 saídas, no entanto, os mais usados são os que têm duas ou quatro. As portas de entrada são devidamente identificadas como entrada e saída para que o usuário saiba instalá-lo corretamente.

O Splitter é usado para clonar um sinal HDMI para várias telas. Se você tem, por exemplo, um computador com apenas uma saída e gostaria de transmitir a imagem para um monitor e para uma televisão simultaneamente, um cabo HDMI pode ser conectado à saída do computador até a entrada do Splitter, enquanto outro cabo HDMI sai do Splitter para entrar no monitor ou na TV.

A imagem do computador poderá, então, ser vista no monitor e na televisão, embora o primeiro tenha apenas uma saída HDMI, mas sem prejudicar a qualidade. Isso por o sinal ser digital e pode ser reverberado quantas vezes forem necessárias.

Switch

O Switch é exatamente o oposto do Splitter, ou seja, tem várias entradas e apenas uma saída HDMI. Em muitas empresas de itens eletroeletrônicos, existem opções com até oito entradas HDMI, entretanto, os mais comuns são aqueles com três ou quatro entradas.

Com um Switch, é possível compensar as portas HDMI ausentes nos dispositivos, pois ele permite que muitos conectores sejam plugados simultaneamente para transmitir o sinal de HDMI.

Por exemplo, se, na sua casa, você tem um PlayStation, um Xbox e um DVD, o cabo HDMI de cada dispositivo deve ser reconectado à televisão por meio do Switch. Geralmente, esses equipamentos têm um controle remoto para alternar o dispositivo que transmitirá o sinal para aquele em que a saída está conectada.

Existe também o Switch bidirecional, que atua com as funcionalidades de um Switch e de um Splitter. Ou seja, pode ser usado tanto como um Switch — com muitas entradas e uma saída — quanto como um Splitter — com uma entrada e muitas saídas.

Matrix HDMI

A Matrix HDMI é um equipamento mais completo se compararmos com o Switch, com o Splitter e até com o Switch HDMI bidirecional uma vez que tem muitas entradas e saídas HDMI.

Uma matriz HDMI 4×2, por exemplo, tem quatro portas de entrada e duas portas de saída, portanto, pode ser usada como um Switch com duas saídas ou como um Splitter com muitas entradas, sem que o usuário tenha que reconectar o cabo HDMI entre os monitores.

Esses equipamentos também exigem o uso de um controle remoto ou outro sistema integrado. O qual pode ser utilizado para a simplificação da troca para o devido fornecimento do sinal entre os aparelhos conectados. Alguns modelos de matriz permitem o controle por app encontrado nas lojas de aplicativos, facilitando muito o controle.

Como você pôde ver, Splitter, Switch e Matrix exercem o mesmo papel em infraestruturas de audiovisual. O que difere os três equipamentos é a quantidade de entradas e saídas, assim como a capacidade de fornecer ou de receber os dados transmitidos.

Agora que você domina essa diferença, que tal conhecer as soluções do Grupo Discabos para descobrir qual das opções é a mais indicada para o seu projeto?

Atualmente, qualquer pessoa pode participar de uma videoconferência, basta ter uma estrutura mínima composta por um hardware com câmera, microfone e alto-falante. Mas videoconferências para salas de reunião ou auditórios demandam mais atenção — é preciso prover uma experiência qualificada para todos os envolvidos, independentemente da quantidade de pessoas no ambiente.

Isso porque a complexidade dos equipamentos deve aumentar proporcionalmente as proporções do ambiente, assim como é preciso atentar para a qualidade da câmera e do áudio, outros elementos da infraestrutura e características da conexão, que podem ser impeditivos para uma boa experiência de uso.

Criamos este miniguia com base na entrevista de Francisco Pereira, do Grupo Discabos, e Fausto Purin, da ClearOne, para que você saiba como criar uma boa experiência de videoconferência para salas de reunião, conheça a importância de investir em novas tecnologias e descubra como o Grupo Discabos pode prover os equipamentos adequados para a sua demanda. Vamos lá?

Como criar a infraestrutura ideal para uma boa videoconferência em salas de reunião?

É importante notar que equipamentos com alta tecnologia devem ser oferecidos conforme a necessidade do cliente. Por mais sofisticado que seja o equipamento instalado, é preciso contemplar usabilidade, acessibilidade e intuitividade para que a infraestrutura seja usada em todo o seu potencial.

A empresa fornecedora precisa prestar uma consultoria personalizada e assim compreender a demanda, a partir de informações como as características do espaço onde o sistema de reunião virtual será instalado e qual é a disposição de mesas e cadeiras para a plena interação dos participantes durante a transmissão.

Uma videoconferência pode ter diferentes formatos — reunião de diretores, sessão de brainstorming entre equipes, treinamento ou entrevistas para vagas de emprego, por exemplo —, cada um desses objetivos deve ser tratado de maneira diferente em termos de tecnologia e de equipamentos.

Saber essas especificidades facilita decisões para a composição da infraestrutura, como a inclusão de projetores, monitores de vídeo profissionais (comuns ou touch), videowall ou painel de LED. Além disso, é preciso saber qual software de videoconferência é utilizado para definir os tipos de câmeras, microfones e caixas de som que serão integrados.

Quando a sala é multiuso, ou seja, é utilizada para outras finalidades que não sejam apenas a videoconferência, também é preciso fazer uma análise mais profunda da necessidade de instalação. Nesse caso pode haver a necessidade da inclusão de processadores de áudio profissionais e equipamentos de automação do controle dos vários dispositivos instalados no sistema.

Quais equipamentos devem integrar a infraestrutura?

A qualidade da experiência em ambientes automatizados depende da usabilidade das ferramentas que integram a infraestrutura, os recursos disponíveis e as características da sala escolhida para ambientar os encontros, mesmo que eles sejam virtuais.

Integram essas características a iluminação, a acústica e o tamanho das salas, que influenciam diretamente a demanda e a potência dos equipamentos que devem ser indicados.

A iluminação, por exemplo, pode gerar reflexos que atrapalham a visibilidade da apresentação, por isso é imprescindível ter um ambiente com luminosidade uniforme para favorecer a concentração dos participantes.

O conforto nesses ambientes também é importante, logo é preciso criar condições que favoreçam a permanência das pessoas sem incômodo. O ar-condicionado deve ser uma prioridade e todas as funções de iluminação e climatização podem ser controladas de forma automatizada.

Outra importante característica é a acústica da sala, que não deve ter ruídos para garantir a inteligibilidade das informações transmitidas. É recomendável que ruídos externos não ultrapassem os 50 dBa (decibéis acústicos).

O tamanho da sala dita a demanda dos equipamentos:

  • computadores capazes de realizar chamadas telefônicas via IP, integrados com equipamentos de output, como monitores, televisões (LED de no mínimo 40 polegadas), projetores e até um videowall. Esses equipamentos são conectados por cabos HDMI;
  • alto-falantes que replicam o áudio transmitido durante as reuniões;
  • câmeras que suportem a abrangência da sala, tanto para a transmissão de imagens do ambiente para as pessoas conectadas remotamente, quanto para a segurança do recinto e a documentação das informações compartilhadas;
  • microfones capazes de captar o áudio de forma centralizada;
  • software que integra as chamadas e os dados compartilhados para uma experiência de colaboração mais completa.

Uma boa conexão é fundamental para a qualidade do processo. A conectividade com a Internet pode demandar um link dedicado ou uma infraestrutura própria para a videoconferência — um servidor multiponto e capacidade de banda, por exemplo.

Sobre esse último aspecto, é importante saber que a regularidade e estabilidade da conexão são mais críticas do que altas taxas de transferência de dados, pois, geralmente, os fenômenos como picoteamento ou som “metálico” no áudio e imagens com a resolução alterada são resultados da flutuação na capacidade de banda.

Qual a importância de investir em novas tecnologias para salas de reuniões?

Você já pensou em ter um ambiente corporativo com sensores instalados capazes de identificar a movimentação, acionar a iluminação e a climatização mais apropriada para o dia, enfim, ligar ou desligar os aparelhos que serão usados na reunião?

Além de ser mais cômodo e sustentável, essa automatização permite reduzir consideravelmente o consumo de energia da empresa.

As salas de reunião são ambientes de compartilhamento de informações e demandam constante monitoramento. É necessário acompanhar dados sobre o uso dos espaços e simplificar processos com o agendamento automático e a reserva da sala, principalmente em grandes corporações.

Uma sala de reunião automatizada ainda gera dados sobre o uso dos equipamentos. A gestão adequada desses ativos permite eliminar o desperdício de insumos e de recursos quando ocorre o acionamento inadequado ou ociosidade das tecnologias implementadas na infraestrutura e permite tomar decisões mais acertadas, principalmente quanto à data de manutenção dos equipamentos.

Por meio de um controle inteligente ainda são gerados indicadores relevantes acerca da taxa de ocupação da sala ou da eficácia do uso de recursos elétricos em relação ao consumo atual da empresa. A tecnologia também permite aumentar a produtividade global, uma vez que os participantes não perdem tempo na realização de acionamentos que foram automatizados.

Como o Grupo Discabos pode ajudar a criar o ambiente perfeito nas empresas?

O Grupo Discabos tem um grande diferencial porque trabalha em parceria com projetistas, integradores de sistemas e os fornecedores mais confiáveis do mercado, que comercializam marcas renomadas e garantem o sucesso das instalações devido à alta qualidade, eficiência, durabilidade e segurança dos seus produtos.

O Grupo Discabos é referência no Brasil e representa marcas líderes mundiais para automação de escritórios e salas de reunião. Isso faz com que a confiança na entrega das soluções seja maior, independentemente do ambiente, assim como a adaptabilidade para as necessidades específicas de cada um de seus clientes.

É imprescindível ter a assistência de um profissional da área para um bom dimensionamento dos sistemas envolvidos em salas mais complexas. Essa complexidade pode variar conforme o tipo de aplicação, o tamanho ou formato da sala, a qualidade acústica do ambiente e a quantidade de participantes, por exemplo.

Entre em contato agora mesmo e veja como o Grupo Discabos pode ajudar a sua empresa, com projetos automatizados e infraestrutura de videoconferência para salas de reunião.

A conexão USB-C é um tipo mais versátil e eficaz se a compararmos com as conexões USB mais antigas. Ela permite um carregamento mais rápido dos dispositivos compatíveis com o seu formato de entrada, como o Nintendo Switch, o Samsung Galaxy e o MacBook Pro, assim como uma maior taxa de transferência de dados.

As ligações USB-C tornaram-se um padrão e parte integrante do panorama tecnológico, e muitos casinos online adoptaram esta interface versátil para uma variedade de fins. A adoção do USB-C na indústria dos casinos reflecte a necessidade de uma transmissão de dados eficiente e de alta velocidade, bem como a conveniência que oferece. Os casinos online utilizam ligações USB-C para uma série de aplicações, incluindo a transferência rápida de dados entre dispositivos, o carregamento de equipamento de jogo e a ligação de periféricos, como controladores, auscultadores e dispositivos de armazenamento externo, para que possa jogar Aviator online. A compatibilidade universal do USB-C garante que estas ligações funcionam sem problemas em diferentes plataformas e dispositivos, promovendo uma experiência de jogo mais suave.

A prevalência do USB-C nos casinos online sublinha o compromisso da indústria em manter-se actualizada com as últimas tendências tecnológicas. Esta adaptabilidade não só melhora a experiência de jogo dos jogadores, como também simplifica o funcionamento da infraestrutura do casino. À medida que a tecnologia continua a evoluir, as ligações USB-C continuam a ser um componente fundamental para garantir a eficiência e a fiabilidade dos serviços dos casinos online.

USB significa “Universal Serial Bus” e foi nomeado assim porque ele seria um poderoso substituto de outros conectores no mercado em longo prazo para se tornar o único conector universal. Com compatibilidade entre todos os aparelhos, esse tipo de conexão proporcionaria mais versatilidade, produtividade e redução de custos na comercialização de dispositivos eletrônicos.

Ao longo dos anos, foram lançadas muitas variações de USB — mini-USB, micro-USB, USB-A ou USB-C, por exemplo. A falta de simetria de alguns desses modelos criou a demanda para um tipo mais prático de conexão, que suporta a conectividade em ambas as faces conectivas, como o caso da conexão USB-C.

Neste artigo, explicamos um pouco mais sobre essa versão mais recente do padrão USB, que, pelo seu formato simétrico e grande desempenho, tornou-se o melhor modelo para as inúmeras aplicações. Vamos lá?

Quais as características de uma conexão USB-C?

O conector USB-C é imediatamente reconhecível porque, ao contrário do USB-A, ele tem uma forma mais harmônica — um retângulo com todos os cantos suavizados em uma curva. Como ele é totalmente simétrico, pode ser inserido em qualquer face, sem prejuízo de seu funcionamento ou desempenho.

Dessa forma, a diferença mais perceptível do tipo C é que ele pode ser inserido de qualquer maneira, pois os pinos do conector são iguais em ambos os lados.

Além disso, o USB-C é estreito o suficiente para caber em dispositivos móveis, e isso o torna ideal para qualquer aparelho, desde computadores até smartphones e consoles de jogos. As conexões USB-C podem ser usadas na transferência de dados, de energia e até mesmo de áudio e vídeo. No entanto, a rapidez com que funcionam depende do local em que estão conectadas.

Dispositivos diferentes têm tipos diferentes de portas USB. Eles geralmente são divididos em três tipos: USB 3.1, USB 3.2 e Thunderbolt 3 (o último encontrado principalmente em computadores da Apple).

Capacidade para a transferência de dados

Por padrão, um cabo USB-C conectado a uma porta USB 3.1 pode transferir 10 gigabytes de dados por segundo. Conectando-se a uma porta 3.2, é possível obter 20 gigabytes por segundo. Já as portas Thunderbolt 3 permitem que os cabos USB-C carreguem até 40 gigabytes por segundo, o que é muito mais rápido do que qualquer outro tipo de conector USB.

Capacidade para a transferência de energia

Na transferência de energia, a conexão USB-C pode carregar dispositivos móveis, como smartphones, laptops e até câmeras. Um conector USB-C padrão pode fornecer 2,5 watts de energia, que é o mesmo que a maioria dos conectores USB-A.

No entanto, muitos dispositivos usam um protocolo de entrega de energia — USB Power Delivery — que permite o fornecimento de até 100 watts. Isso possibilita que a conexão USB-C carregue laptops e outros dispositivos de alta potência, algo impossível para os padrões USB mais antigos.

Capacidade para a transferência de dados em áudio e vídeo

A conexão USB-C para HDMI permite projetar informações de dispositivos móveis para grandes telas por meio do sistema “plug & play” sem a necessidade de configurações técnicas. Dessa forma, a transferência de dados em áudio e vídeo é compatível com a resolução de imagem em até 4K (3840 x 2160 HD) e oito canais de áudio digital.

Por isso, esse é um tipo de conector ideal para compor infraestruturas em salas de reunião, para o espelhamento de games em telas maiores, para videowall e para a exibição de filmes, fotografias e imagens em geral.

Quais são as vantagens de um cabo USB tipo C?

Veja algumas características que atestam a superioridade da conexão USB-C se comparada às versões anteriores desse tipo de conector.

Carregamento mais rápido

Atualmente, uma conexão USB 2.0 padrão oferece até 2,5 W de energia, o suficiente para carregar o aparelho em um ritmo lento e demorado, enquanto o padrão USB PD suportado por USB-C pode fornecer 100 W de energia, que é mais do que o suficiente para carregar um laptop. Ele é bidirecional, o que significa que os dispositivos conectados podem enviar e receber energia ao mesmo tempo.

Economia de espaço

As portas USB-C podem suportar uma variedade de protocolos diferentes por meio de modalidades alternativas, o que permite que o usuário tenha adaptadores que fornecem saída a outros tipos de conexões da porta USB. As portas HDMI, DisplayPort, VGA, fone de ouvido e de alimentação podem ser simplificadas em um único tipo de porta, o que permite que os dispositivos se tornem cada vez mais slim.

Interoperabilidade

O USB-C não é um conector exclusivo para os dispositivos de uma empresa. Centenas de companhias de tecnologia colaboraram para o design e para a adoção desse conector.

Grandes nomes da indústria tecnológica, como Apple, Google, Dell, HP, Intel, Microsoft e Samsung, ajudaram a tornar esse modelo extremamente versátil e um recurso comum em novos dispositivos eletrônicos que serão lançados futuramente.

Compatibilidade com versões anteriores

Mesmo se conectarmos fisicamente um conector USB-C a uma porta tipo A, é possível usar um adaptador físico para conectar dispositivos mais antigos a uma porta USB-C.

No entanto, o padrão subjacente é compatível com versões anteriores, o que significa que um conector padrão USB 3.0 pode ser usado com uma porta USB 2.0, embora funcione apenas na velocidade e na capacidade do padrão mais antigo, nesse caso, o USB 2.0.

É claro que o USB-C será o padrão para a transmissão de dados e energia. Isso dará origem a uma variedade de adaptadores para outros tipos de conectores à medida que os dispositivos se tornam mais finos e cada vez mais simples, quando se trata de portas de alimentação e dados.

Resistência e segurança

À medida que as tecnologias das conexões USB-C também são utilizadas na indústria e em várias aplicações externas, como marítima, médica, de transporte e de telecomunicações, será possível adicionar uma camada a mais de proteção contra umidade, sujeira, choque e temperaturas extremas.

A maior vantagem da conexão USB-C é a sua simetria, que inibe o uso inadequado e a frustração do usuário, que pode acioná-la em ambas as extremidades. Esse tipo de conector se tornou onipresente em vários tipos de dispositivos, que podem ser conectados nos níveis de SO e software, o que amplia a versatilidade do modelo com a adição de protocolos que não sejam USB, como Thunderbolt, DisplayPort, HDMI e MHL.

Entre em contato com a Discabos e veja como podemos usar a conexão USB-C em sua infraestrutura de alto desempenho e conectividade para a transmissão de dados, áudio e vídeo.

Você sabe a importância da sonorização para lojas? Música é vida e, em grande parte, responsável pela qualidade das experiências vivenciadas diariamente por todos nós. As pessoas se identificam com as letras das músicas, alteram o humor e têm até mais disposição quando uma boa trilha sonora toca no ambiente em que elas estão.

Entretanto, para garantir boas experiências, é preciso prezar pela inteligibilidade do som. A qualidade dos equipamentos que compõem uma infraestrutura de áudio e vídeo e o modo como esse sistema foi instalado são imprescindíveis para garantir essa qualidade de propagação sonora.

Neste artigo, criado com base na entrevista de Nilzo Giglio — especialista técnico em áudio, sócio da Big System e integrador parceiro do Grupo Discabos —, você vai entender a importância da sonorização para loja e da manutenção do sistema para garantir boas vendas e a satisfação dos seus clientes. Confira!

Qual é a importância da sonorização para lojas?

Em estabelecimentos comerciais, a qualidade sonora é ainda mais relevante para potencializar os resultados almejados de venda, porque esse é um elemento que influencia diretamente o humor e a disposição de um cliente em comprar ou não os produtos e serviços comercializados naquele local.

Quando o consumidor se sente mais satisfeito com a experiência proporcionada pela loja, seja em relação ao sistema de som ou a música tocada, seja até pelo cafezinho oferecido durante a sua permanência no ambiente, ele tem uma maior propensão de consumo. Isso porque essa atenção dispensada em favor da sua presença, automaticamente, desperta a consciência de que a marca será capaz de suprir seus anseios e solucionar os problemas que o fizeram chegar até ali.

Qual a diferença entre a sonorização para lojas e a residencial?

A diferença da sonorização para lojas e a sonorização residencial é enorme, e esses são conceitos completamente diferentes. Projetos comerciais exigem tipos de equipamentos diferentes, e a sistemática é muito específica. Não existe um sistema mínimo para a sonorização de lojas. É preciso criar projetos personalizados, baseados nas características e demandas do ambiente: conceito, níveis de ruídos e tamanho do espaço, por exemplo.

É necessário atentar, ainda, para o material utilizado no acabamento estrutural do espaço, a quantidade de pessoas que devem circular simultaneamente pelo ambiente, a altura do teto, as características do piso, o posicionamento do balcão, o local da porta de entrada, o acesso aos banheiros e provadores etc. Além disso, a sonorização de um ambiente com diferentes ruídos exige algumas adaptações. Nesse caso, é preciso setorizar as áreas conforme o nível de ruídos sem contrapor o som produzido pelas pessoas ou pela passagem de veículos.

Atualmente, existem sistemas que permitem “maquiar” esse barulho e fazer o devido isolamento acústico, para que seja possível sonorizar o ambiente da loja com alta qualidade e sem interferência de ruídos externos. Tudo isso influencia na propagação do som, e é preciso antever os processos e interações nesse ambiente, ainda que ele esteja na planta, para escolher o melhor sistema de som para a loja.

Quais são os principais erros na instalação do som para lojas?

 

Um dos principais erros na instalação do som é o dimensionamento de alto-falante. É comum não calcular a quantidade de equipamentos adequada para o tamanho do ambiente. Outro erro é não contar com um profissional especializado para a instalação em lojas — contratar um técnico especializado em projetos residenciais, por exemplo.

A sonorização de lojas é muito específica e exige não somente a propagação do som por meio de um amplificador ou alto-falante, mas, sim, um sistema inteligível que consiga oferecer a melhor experiência possível às pessoas que frequentam o ambiente.

Como é realizada a manutenção do sistema de som para lojas?

Após a instalação, a manutenção preventiva é uma excelente forma de garantir a qualidade do som a longo prazo. A frequência dessa manutenção está condicionada ao tipo de equipamento e ao sistema instalado. Entretanto, é obrigatório reavaliar a sonorização de toda a loja depois de alguma mudança na infraestrutura do ambiente — um balcão de atendimento, estrutura de caixa, prateleiras e araras, por exemplo.

Isso porque qualquer barreira nova no ambiente pode interferir na propagação ideal das ondas sonoras. Logo, a manutenção deve ser feita sempre depois da mudança de alguma estrutura física no espaço.

Qual é a importância de contar com uma empresa especializada e equipamentos de qualidade para sistemas de áudio e vídeo?

No Brasil, é rara a percepção da importância de uma sonorização de maior qualidade para alavancar os negócios. O som não deve ser negligenciado em detrimento da imagem, de elementos gráficos e outros requisitos de audiovisual, pois ele é essencial para inteligibilidade da informação compartilhada.

Geralmente, os equipamentos são instalados por profissionais sem know how no segmento de áudio e vídeo — técnicos de TI, arquitetos e até pedreiros, por exemplo. Além disso, é comum o uso de equipamentos inadequados para a demanda daquele local, ou a instalação de recursos em espaços pouco indicados para tal. É preciso contar com profissionais que entendam as especificidades de cada estabelecimento para criar um projeto compatível com essa demanda e privilegiar o uso de soluções de alta qualidade e desempenho.

O Grupo Discabos é uma empresa especializada, que conta com uma equipe de profissionais altamente técnicos. A principal vantagem para um integrador dispor de um parceiro de negócios como o Grupo Discabos é receber um atendimento consultivo, capaz de orientar quanto à melhor forma de instalação dos equipamentos.

Essa venda consultiva otimiza ao máximo a capacidade dos recursos e soluciona as principais dúvidas que podem surgir em todo o processo — desde a instalação até o uso das soluções. Além disso, uma empresa especializada como o Grupo Discabos tem conhecimento de mercado para oferecer o que há de melhor e mais avançado em tecnologias para áudio e vídeo. Agora que você sabe a importância de criar um sistema completo e de qualidade para a sonorização de lojas. 

Que tal entrar em contato com o Grupo Discabos para que possamos avaliar as necessidades do seu projeto e apresentar as melhores soluções para atender à demanda do seu estabelecimento comercial?

Para realizar a sonorização de igreja, é fundamental haver um projeto que considere fatores importantes. Um ponto de partida é coletar informações sobre o cliente e sobre os seus requisitos, bem como acerca da forma como a missa, ou outro tipo de culto, é realizada.

Devemos lembrar que o som é, certamente, um dos elementos mais importantes de uma igreja. Mas, ainda assim, muitas não dispõem de um sistema de sonorização com capacidade para a transmissão da mensagem aos fiéis de modo eficiente. Vamos mostrar como desenvolver um projeto de sonorização para esses espaços que satisfaça às necessidades deles conforme o seu perfil. Boa leitura!

O que precisa ser observado ao fazer a sonorização de igreja?

Convém conhecer o sistema de sonorização que já está instalado na igreja. Conforme o coordenador técnico do Grupo Discabos, Francisco Pereira, esse conhecimento contribui para compreender melhor os problemas enfrentados pelo cliente — as razões que o levaram a instalar um novo sistema de som.

Assim, o profissional e sua equipe conseguirão entender como a música ao vivo é tratada dentro da igreja, quantos integrantes formam a banda ou o coral e outros pontos. Na fase de projeto, é necessário envolver na avaliação diversos membros da igreja, como os integrantes do conselho/direção, os técnicos de som, os músicos da banda e assim por diante.

Caso o templo esteja em construção ou na planta, o sistema de sonorização deve ser incluído no projeto original. Os engenheiros e os arquitetos precisam conhecer detalhes a respeito de como ele será instalado para que possam analisar e encontrar a melhor solução.

O conhecimento sobre a acústica natural do ambiente também ajuda a determinar a melhor solução de sonorização de igreja. Vejamos alguns fenômenos físicos que devem ser analisados em projetos desse tipo:

  • reflexão: quando o som encontra obstáculos em seu caminho, ele modifica a sua direção e pode causar reverberação (o som refletido não pode ser distinguido do som original);
  • refração: a onda sonora, quando passa de um meio material para outro, muda a sua direção (por exemplo, do ar para a água);
  • difração: a onda sonora contorna obstáculos quando as dimensões dele são menores ou iguais ao comprimento da onda (assim, conseguimos, por exemplo, escutar, de um cômodo, a conversa de algumas pessoas que se encontram em outro cômodo).

Para definir um projeto eficiente, atente a todos os detalhes acústicos da igreja e saiba conciliar os recursos tecnológicos mais adequados, como:

  • microfones;
  • caixas de som;
  • mesa de som;
  • cabeamento;
  • alto-falantes;
  • amplificadores e processadores.

Quais são os diferentes tipos de ambientes?

Existem diferentes tipos de igrejas, principalmente em relação ao tamanho. É mais fácil planejar um sistema de sonorização de uma construção pequena.

De acordo com as palavras de Francisco Pereira, igrejas grandes, com pé direito alto, piso frio e paredes lisas tendem a oferecer maior reverberação, o que prejudica a inteligibilidade do sistema. Como vimos, a reverberação resulta da reflexão do som e, certamente, confunde os fiéis na assimilação da mensagem do pregador ou da música que está sendo tocada/cantada.

Existem igrejas católicas, evangélicas e outros tipos. As católicas podem ser, no Brasil:

  • catedrais/sés: trata-se do maior tipo de igreja, sendo onde se encontra uma diocese (também designa templos protestantes e pentecostais);
  • paróquias: edifícios de menores dimensões e que existem em maior quantidade, facilitando o acesso dos fiéis ao culto regular;
  • santuários: igrejas em que é cultuado algum santo, sendo considerado o local mais sagrado (podem ser de diferentes dimensões).

Esses são tipos de igrejas católicas, já que o catolicismo ainda predomina no Brasil. Mas o profissional deve se preparar para trabalhar em qualquer tipo de templo.

Quais erros evitar ao fazer a sonorização de igrejas?

Segundo o coordenador técnico Francisco Pereira, a inteligibilidade da voz é primordial nas igrejas para que os fiéis escutem com tranquilidade tudo que o padre ou o pastor estão falando. Quando se desconsidera esse aspecto no projeto, os resultados geralmente não são satisfatórios.

Outro erro comum é achar que investir no mais avançado equipamento acústico garante uma boa sonorização de igreja. É possível gastar muito dinheiro com equipamentos avançados e, mesmo assim, alguns problemas persistirem — inclusive a reverberação.

O que resolve problemas acústicos, deixa bem claro Francisco, são projetos de acústica. A partir de bons projetos, é possível escolher os melhores equipamentos para cada caso.

Assim, alguns erros na realização da sonorização são:

  • não fazer uma visita técnica para a análise da infraestrutura antes de comprar os equipamentos;
  • não usar caixas de som direcionais (tipo Line Array) em ambientes grandes;
  • não definir corretamente as áreas que serão sonorizadas;
  • não distribuir corretamente as caixas de som dentro da igreja, mesmo considerando o tipo Line Array;
  • não usar amplificadores;
  • não realizar treinamentos para que o usuário saiba usar devidamente o equipamento, como o microfone (a distância correta entre o microfone e a boca é importante para assegurar uma boa propagação do som);
  • não levar em conta o gênero do interlocutor (homens têm voz mais grave, e mulheres, voz mais aguda e isso influi nas características do som);
  • usar alto-falantes com diâmetros acima de oito polegadas, o que favorece a reverberação;
  • no cabeamento, colocar a infraestrutura elétrica junto da sonora (é preciso isolar com duto ou eletroduto).

Como o Grupo Discabos pode ajudar?

Para assegurar a boa qualidade nos resultados, é importante escolher empresas especializadas, que, além de garantirem o desempenho satisfatório dos equipamentos que vendem, também prestem consultoria para o projeto. É justamente isso que o Grupo Discabos faz para ajudar o profissional e a sua equipe na montagem de um sistema de sonorização de igreja efetivo.

Ele oferece as melhores soluções de áudio para igrejas, como a tecnologia ARC, cuja função é permitir que determinados mixers identifiquem as características do ambiente por meio de um microfone e modifiquem as configurações de áudio para que as vozes e outros sons sejam reproduzidos com mais clareza no ambiente — inovação da TOA, empresa japonesa de alta tecnologia.

Juntamente à TOA, o grupo oferece orientações sobre sistemas de sonorização em templos e ajuda na elaboração do projeto de áudio e vídeo para que seja distribuído um sinal de qualidade no ambiente. A empresa é distribuidora exclusiva da TOA no Brasil.

Por que escolher o Grupo Discabos e não outra empresa do ramo?

O Grupo Discabos tem experiência de 25 anos no ramo de áudio, vídeo e automação. Assim, pode ajudar projetistas e instaladores, podendo orientar na escolha do melhor equipamento para cada projeto, considerando a gama de possibilidades que ele oferece.

Há profissionais certificados AVIXA CTS (a principal certificação dos profissionais de áudio e vídeo) dedicados a ajudar nesses projetos. Hoje, o grupo conta com renomadas marcas de áudio, com sistemas voltados também para o uso em igrejas, incluindo microfones, mixers, processadores de áudio, amplificadores, cabos e caixas de som.

A sonorização de igreja, como se pôde ver, é um assunto complexo. No entanto, pode ser resolvido por meio de um projeto bem elaborado que contemple as características de cada construção e as suas necessidades, além, é claro, de optar pelos equipamentos mais apropriados.

Este post foi útil? Aproveite para entrar em contato com o Grupo Discabos e obter mais informações sobre o trabalho prestado. Confira como podemos ajudá-lo a elaborar e executar um bom projeto de sonorização em igrejas!

A qualidade do áudio é um dos fatores mais importantes durante reuniões, apresentações ou encontros corporativos em geral. Por isso, a escolha do microfone para sala de reunião está longe de ser um mero detalhe. O aparelho deve captar e transmitir o som de forma que todos os participantes possam ouvir bem as falas.

O mercado, atualmente, oferece uma série de modelos com características capazes de atender a diferentes necessidades. A quantidade de participantes e o tamanho da sala devem ser levados em conta na hora de escolher o equipamento mais apropriado. Neste artigo, vamos explicar as características do aparelho e como escolher o microfone para sala de reunião mais adequado para a sua empresa. Confira!

O microfone de teto deixa a sala de reunião mais elegante

O microfone de teto ajuda a aumentar a produtividade durante as reuniões, pois possibilita um maior nível de interação entre os participantes. Trata-se da melhor solução de microfone para sala de reunião, quando as pessoas se queixam que precisam gritar ou levantar-se para falar ao microfone.

Às vezes, existem vários microfones na mesa, porém as reuniões, ainda assim, podem sofrer interrupções quando diversas pessoas, em posições diferentes, falam. É possível usar um ou mais microfones de teto para garantir que todos sejam compreendidos em suas falas.

Uma das vantagens do uso de microfones de teto é que o ambiente fica mais clean e elegante. Afinal, todos os dispositivos de áudio da mesa são eliminados, assim como os fios. Os participantes focam mais no conteúdo da reunião em si do que em eventuais problemas de áudio ocasionados por microfones, um ruído frequente durante eventos.

O microfone de mesa é recomendado para eventos de menor porte

O microfone para sala de reunião de mesa está entre as melhores opções para reuniões, apresentações e eventos de menor porte. Os microfones de mesa também são ideais para reuniões em mesas redondas. O aparelho geralmente permanece apoiado em uma haste flexível localizada no centro da mesa. O mesmo microfone pode ser usado por várias pessoas.

O microfone lapela é indicado para workshops fechados

Esse tipo de aparelho capta o som do apresentador e é muito usado em auditórios de programas de televisão e, também, em gravações externas. Trata-se de uma opção de microfone para sala de reunião fácil de usar. É aquele aparelho que envolve o uso de uma presilha na camisa da pessoa que está falando. Outra vantagem desse modelo é que as mãos do apresentador ficam livres durante sua fala.

O microfone de lapela é recomendado para reuniões, auditórios e workshops com apresentadores ou palestrantes, porém sem a interação do restante do público. O modelo garante ótimos resultados em locais que contam com acústica controlada. Os microfones desse tipo também podem ser usados por professores em videoaulas gravadas por meio de smartphones e até por cantores em estúdios.

O local mais indicado para colocar o microfone, a fim de garantir a qualidade do som, é entre o tórax e a garganta de quem está falando. Deve ficar próximo à boca, pois o som é captado pela distância, e não apenas pela direção em que é propagado. Se você colocar acima dessa região ou mantiver o microfone escondido sob a roupa, terá um som abafado e sem clareza. 

O microfone para sala de reunião sem fio é ideal para ambientes externos

Os aparelhos sem fio melhoram bastante a estética do ambiente, eliminando a confusão dos fios. No entanto, como são dinâmicos e direcionais, não captam sons externos. Isso significa que a menor sensibilidade pode prejudicar em alguma medida a qualidade do som. São ideais para ambientes externos, shows e apresentações e os preferidos de artistas, que podem dançar e percorrer o palco enquanto cantam.

Atualmente, o mercado oferece diversos modelos de microfones para sala de reunião e eventos em geral sem fios. O microfone bluetooth é um desses modelos. Pode ser ligado a praticamente todos os aparelhos, inclusive telefones celulares. Dispensa o uso de gravadores e é economicamente bastante acessível.

Se você necessita de um microfone sem fio para pequenas reuniões ou palestras, não precisa investir em um microfone com um alcance de 75 metros. Nesse caso, pode optar por modelos com menos potência. Porém, é fundamental carregar a bateria do microfone sem fio para não ficar na mão na hora da reunião.

O microfone USB é usado para gravar vídeos em frente ao PC

O uso dos microfones USB aumentou bastante com a profissionalização dos chamados youtubers. Esses aparelhos têm como vantagem a grande facilidade de uso e a praticidade. São ideais para quem realiza reuniões em frente ao computador e, principalmente, para quem realiza vídeos. Para essas pessoas, nada melhor do que um microfone ligado por meio de tecnologia USB.

O microfone com soundbar amplia o áudio das TVs

O soundbar é o nome de um aparelho periférico que surgiu no mercado para melhorar a capacidade de áudio das TVs de tela plana — podem ser LCD, LED ou de plasma. O resultado é um som de qualidade superior, obtido por meio de um produto com um formato mais acessível. O periférico soundbar não precisa de espaços amplos para ser instalado.

Trata-se de uma ótima opção para reuniões que envolvem apresentação de mídias, como vídeos. Existem soundbars mais simples, compostos de dois alto-falantes. Já os modelos mais completos disponíveis no mercado acompanham subwoofers e múltiplos alto-falantes, o que ajuda a criar som virtual em vários canais.

Muitas empresas já fazem uso de aparelhos soundbars junto ao microfone para sala de reunião. O microfone, aliado ao soundbar, juntos, melhora a experiência audiovisual para todos os participantes do evento. A eficácia do soundbar é grande em salas de reuniões modernas, tanto as grandes quanto as pequenas.

Esses são os principais modelos de microfone para sala de reunião. As diversas opções devem ser selecionadas de acordo com o tipo de evento. O ideal para uma empresa é contar com a consultoria de uma empresa especializada, que poderá selecionar o melhor microfone e ensinar você a configurá-lo. Assim, você não corre o risco de promover uma reunião corporativa na qual os participantes não conseguem escutar as falas dos participantes.

Quer saber mais informações sobre microfones para reuniões, conferências e eventos para a sua empresa? Então, entre em contato com o Grupo Discabos agora mesmo!

Os cabos para automação são elementos críticos de estruturas de TI, fábricas e espaços inteligentes residenciais. Eletrônicos sensíveis e sofisticados requerem sistemas de cabeamento adequados, duráveis e confiáveis, capazes de lidar com o estresse mecânico exigido pelos processos na indústria, o alto fluxo de dados e a interconexão dos equipamentos que compõem a infraestrutura.

A automação é amplamente utilizada no contexto da transformação digital e a rede é um componente crucial para a integração de todos os equipamentos dessa infraestrutura digitalizada. Os cabos operacionalizam a troca de dados que pode tornar a Internet das Coisas (IoT) uma realidade mais tangível para as empresas e casas.

Neste artigo abordamos a importância dos cabos para automação, especificamente o cabo RS-485, que funciona bem em longas distâncias e, por isso, é a escolha ideal para aplicações prediais, corporativas e residenciais.

Quais são as especificidades dos cabos para automação e porque eles são imprescindíveis para a inteligibilidade na transmissão de dados?

A especificação TIA / EIA-485-A orienta a conexão dos cabos para automação RS-485 quanto às principais diretrizes e boas práticas para que a transmissão de informações não seja comprometida. Um cabeamento desse tipo transmite dados digitais entre vários locais com taxas de até 10 Mbps e, às vezes, maiores, em comprimentos que podem chegar a 1000 metros dependendo do tipo de fiação e do sistema em que a rede é baseada.

O sistema do cabo para automação deve ser balanceado — fiação de par trançado. Isso significa que o cabo deve ser formado por mais de dois fios, além do aterramento.

Esse sistema de transmissão de sinal ocorre de forma oposta entre um fio e outro. Em outras palavras, se um fio transmite na frequência alta, o outro fio automaticamente transmite os dados na frequência baixa, como na imagem abaixo.

(https://www.maximintegrated.com/content/dam/images/design/tech-docs/763/di23fig02.gif)

O uso de um transmissor compatível com RS-485 com fio de par trançado reduz duas fontes principais de interferências para as redes de longa distância de alta velocidade: EMI irradiado e EMI recebido.

A inibição do EMI irradiado ocorre porque os sinais nos fios são iguais e opostos, ou seja, eles tendem a cancelar um ao outro. No entanto, esse resultado é baseado na suposição de que os fios têm exatamente o mesmo comprimento e estão alocados de forma idêntica, o que exige que eles sejam posicionados o mais próximo possível um do outro, por esse motivo eles são retorcidos.

Já o EMI recebido ocorre quando há interferência de sinais indesejados que comprometem a integridade dos dados que devem ser transmitidos. Entretanto, pela mesma razão que o par trançado do cabo para automação ajuda a prevenir a EMI irradiada, ele também ajuda a reduzir os efeitos da EMI recebida, pois o ruído de modo comum recebido em um fio tende a ser igual ao recebido no outro.

Como funciona a impedância do fio de par trançado?

A impedância de cada cabo para automação está associada às características do sistema de cabeamento, como a geometria do cabo e a composição dos materiais usados ​​no seu isolamento. A especificação RS-485 recomenda, mas não determina especificamente, que essa impedância característica seja de 120 ohms.

A impedância é usada para calcular o número de transmissores e receptores que o sistema pode suportar para que o projeto de automação funcione adequadamente. Segundo a Application Guidelines for TIA-EIA-485-A, um transmissor pode acionar somente um par trançado, embora seja possível que ele acione mais de um par em certas circunstâncias.

Agora que você sabe algumas especificações do cabo para automação, que tal entrar em contato com a Discabos, conhecer o nosso portfólio e descobrir qual é o sistema ideal para a digitalização da infraestrutura da sua empresa?

Como escolher o cabo para automação corporativa ou residencial

A escolha do cabo correto se inicia na especificação dos equipamentos. Diferentes marcas especificam diferentes cabos para a comunicação entre seus módulos, centrais e atuadores. Marcas como Control4, ATEN e QSC utilizam protocolo TCP/IP de comunicação entre seus módulos, assim indicamos a utilização de cabos UTP CAT5e ou CAT6, a depender das distâncias.

Já as marcas CRESTRON, LUTRON, SCENARIO e PIERO, utilizam o protocolo RS485 para comunicação entre os módulos. Nesse caso trabalhamos com o cabo de automação RS-485 do Grupo Discabos para garantir a robustez do sinal na distância e distribuição entre módulos.

Saibam que em alguns casos, o fabricante não oferece a garantia do equipamento quando utilizados cabos diferentes do recomendado, assim, não vale a pena correr o risco de usar qualquer cabo de comunicação. Procure usar sempre o modelo indicado e na dúvida consulte o time técnico do Grupo DIscabos para auxiliá-lo na escolha.

Gostou de saber sobre o cabo de automação? Entre em contato com a gente para saber mais informações com nossa equipe comercial.

Você sabe como separar o áudio do HDMI? Esse processo pode ser bem útil para extrair um áudio de fontes apenas HDMI para um sistema de áudio analógico, por exemplo.

Assim, é possível integrar diferentes sistemas de som e potencializar a divisão dos seus componentes digitais, sem abrir mão de um sinal de vídeo digital e de alta reslução.

Quer saber mais sobre o assunto? Neste post, explicamos tudo o que você precisa saber sobre a separação do áudio HDMI, como esse processo funciona na prática e quais são os equipamentos mais adequados. Continue a leitura e confira!

Como funciona a separação do áudio HDMI?

A separação do áudio pelo HDMI faz com que o sinal digital de entrada, saia tanto no formato digital novamente como no formato analógico.

Muitos modelos de amplificadores e home theaters disponíveis no mercado, reproduzem apenas sinal estéreo de nível bem básico, com conexões RCA (os cabinhos coloridos vermelho e branco) ou P2 3,5mm. Para estes se faz necessário o o uso das saídas analógicas. Também há modelos de multiroom ou home theaters que trabalham com áudio digital 7.1 , mas não possuem entrada HDMI, nestes casos usamos a saída digital do extrator.

Quando você tem uma das duas necessidades, o Splitter HDMI 1×2 Áudio Extrator AVLife é uma ótima pedida: o equipamento possui instalação fácil e de simples acesso para uso do dia a dia, podendo ser utilizado para distribuir som em ambientes comerciais, residenciais ou home theater.

Para que serve o extrator de áudio do HDMI?

Separar o áudio faz muito sentido para qualquer situação em que precisamos enviar o som para um equipamento e o vídeo para outro.

Às vezes, a única forma de conseguir usar o seu equipamento é com o extrator, seja para ver um filme, uma partida ou uma novela, seja para ouvir aquela música favorita.

É muito comum em bares e restaurantes, por exemplo, que o sinal HDMI seja usado para enviar vídeo de alta resolução para os telões, porém o áudio seja enviado para um sistema que distribua som por todo o ambiente.

Outra aplicação bem comum é o uso em casas que tenham uma sala de tv e também uma área gourmet, onde os moradores querem escutar o som da TV por toda a casa, para ver por exemplo uma partida de futebol ou um show.

O que é Splitter HDMI 1×2?

O Splitter duplica um sinal HDMI para ser enviado para duas TVs ou projetores. Ele é muito utilizado para fazer ponto escravo de uma conexão HDMI, também em casas que possuem projetor e TV no mesmo ambiente, sendo que algumas vezes os moradores querem sentar , diminuir as luzes e assistir um conteúdo no projetor e outras vezes, na correria do dia dia querem apenas assistir na TV, pois fica mais prático.

Com o splitter hdmi 1×2 da AVLIFE você pode tanto duplicar o sinal HDMI como também extrair o áudio e conecta-lo em um equipamento a parte.

Isso permite um uso facilitado em home theater, por exemplo. Ele também é bastante útil para uma distribuição de áudio mais igualitária, como a realizada em bares, restaurantes e áreas de eventos.

A principal vantagem desse equipamento é o fato de unir a função de dois aparelhos em um só produto, tornando-o uma opção de ótimo custo-benefício.

Além disso, o Splitter HDMI 1×2 AUDIO OUT da AVLIFE suporta resolução 4K e possui 15 funções de EDID (dados fornecidos pelos monitores digitais) ajudando a solucionar possíveis problemas de incompatibilidade de HDCP entre os equipamentos. Muitos usuários optam por este equipamento apenas para resolver esse tipo de problema.

Lembre-se de que, além de entender sobre o processo de separação do áudio, é essencial contar com equipamentos de qualidade em todas as etapas do seu trabalho, como os oferecidos pelo Grupo Discabos.

Ainda tem dúvidas sobre como separar o áudio HDMI corretamente? Deixe um comentário no post!

Caso tenha gostado da nossa solução, entre em contato.

Para realizar uma apresentação de melhor qualidade, é necessário utilizar os melhores equipamentos para as salas de reunião. Sem a tecnologia adequada, sempre faltará alguma coisa para deixar o encontro mais eficaz e atrativo. Felizmente, esse campo não para de evoluir e há diferentes soluções que podem ser aplicadas em conjunto para obter os melhores resultados. Neste artigo, vamos apresentar as principais tecnologias para sala de reunião que você pode adotar em seus projetos pessoais e também sugerir para os seus clientes. Boa leitura!

O que é uma sala de reunião inteligente?

A palavra-chave para montar uma sala de reunião inteligente é “automação“, que promove um gerenciamento mais efetivo dos aparelhos eletrônicos. Os processos automatizados são mais eficientes e rápidos, exigindo pouca interferência da ação humana. Devido à autonomia proporcionada por esses recursos, todo sistema que dispõe deles é habitualmente chamado de “inteligente”.

Uma sala de reunião nesse formato permitirá uma experiência única para todos os participantes e aumentará a boa imagem da empresa e também do profissional responsável por sua montagem.

Quais são as características de uma sala de reunião inteligente?

Uma sala de reunião inteligente deve contar com as principais tecnologias voltadas para esse espaço. Como características essenciais, podemos citar:

  • comodidade;
  • facilidade;
  • produtividade;
  • controle inteligente;
  • escalabilidade;
  • profissionalismo.

Esse é um investimento que oferece bons retornos na forma de reuniões mais produtivas, de geração de economia financeira e, posteriormente, com os melhores resultados na rotina da empresa, com o aumento na eficiência do trabalho e com a possibilidade de mais lucros. Para garantir essas características, é importante considerar alguns pontos, como:

  • a escolha adequada das mesas, considerando o formato, a função, o estilo e o espaço (uma dica é apostar em mesas compartilhadas que, geralmente, preenchem bem todos esses requisitos);
  • a escolha de cadeiras confortáveis;
  • o isolamento acústico e o conforto térmico;
  • as paredes com revestimento ou uma pintura sóbria;
  • a conectividade do espaço, com o uso da rede Wi-Fi, de conexões e de fontes de energia adequadas para os equipamentos (tomadas, entradas HDMI/VGA, dispositivos de armazenamento, controle remoto);
  • o sistema de videoconferência.

Quais são as principais tecnologias para salas de reunião?

Para instalar os equipamentos mais adequados, o projetista deve conhecer quais são as principais tecnologias para sala de reunião disponíveis no mercado. Ele deve selecionar as que mais se compatibilizam com as necessidades do ambiente, como:

Os participantes, mesmo nas reuniões presenciais, costumam usar notebooks ou tablets. Com isso, destaca-se também a importância da conectividade, como já mencionamos, que permite a melhor integração entre todos os equipamentos, sejam eles móveis, sejam eles fixos.

Por que é importante contar com um sistema de videoconferência?

A importância de um sistema de videoconferência é indiscutível em uma sala de reunião, principalmente no momento atual, em que o isolamento social requer, cada vez mais, a comunicação remota. Um bom sistema de videoconferência garante que a comunicação seja mantida com os profissionais, mesmo que eles não estejam presentes.

Além disso, caso seja necessário, a empresa pode substituir as reuniões presenciais por videoconferências para reduzir ainda mais as possibilidades de contágio pelo novo coronavírus.

As reuniões remotas oferecem muitos benefícios, principalmente para as empresas que têm filiais. Com um sistema de videoconferência adequado, é possível reduzir gastos e economizar recursos para novos investimentos, já que os encontros podem se realizar por meio da internet.

Entre os gastos que podem ser reduzidos, quando os profissionais precisam se deslocar de uma cidade para outra ou mesmo de um estado para outro, podemos citar: viagem, transporte local, alimentação e hospedagem.

Não há como deixar de fora das principais tecnologias para salas de reunião, ainda, os recursos multimídia, que envolvem ferramentas diversas que podem ser aplicadas tanto em reuniões remotas quanto nas presenciais. 

Como montar um sistema de videoconferência?

Para a montagem de um sistema de videoconferência eficaz, o profissional especializado em áudio e vídeo precisa analisar a qualidade dos equipamentos e dos softwares.

Os melhores softwares permitem a automação dos processos, já que ajudam nas atividades de instalação, na identificação de interferências e nos ajustes na qualidade da imagem e do som antes e durante a reunião. O sistema integra todos os equipamentos, criando apenas um sistema de controle centralizado, que torna mais fácil o uso de todas as ferramentas e de todos os recursos.

Entre os mais importantes componentes de um sistema de videoconferência, estão:

Além da boa qualidade dos equipamentos e do software, o isolamento acústico da sala de reunião é outro fator determinante para o sucesso de qualquer videoconferência.

Quais são as tendências para o futuro?

Hoje, as principais tecnologias para uma sala de reunião já promovem resultados excelentes. Mas, como a evolução tecnológica não para, é evidente que a sala de reunião do futuro ainda será mais desenvolvida e eficaz. A automação continuará como o fundamento das salas de reunião inteligentes do amanhã.

Uma das tendências, que já está funcionando em boa parte dos projetos bem elaborados, é o controle total por meio de dispositivos móveis. O sistema de automação permite que as tecnologias trabalhem simultaneamente e em sintonia, sendo controladas por meio de um dispositivo.

Por exemplo, as cortinas podem ser abertas e fechadas por meio de dispositivos com telas touch. Também é possível fazer o controle da iluminação, o ajuste da temperatura por meio de termostato, o compartilhamento rápido das informações na tela da sala e o começo e o encerramento de uma conferência ao vivo (videoconferência).

Além do controle centralizado e automatizado, outras tendências envolvem:

  • Internet das Coisas (IoT), que conecta todos os equipamentos à internet;
  • sistema POE, que é um sistema sem fios e, portanto, dispensa a instalação de cabos elétricos.

Essas são as principais tecnologias para salas de reunião do presente e do futuro. Em razão da grande relevância e das facilidades que cada uma delas entrega, como você viu, é importante se manter atualizado para oferecer os melhores projetos aos seus clientes!

O que achou de nosso texto? Deseja uma consultoria sobre o assunto? Tem interesse em conhecer melhor os produtos para salas de reunião? Então, aproveite para entrar em contato com a nossa empresa!

O profissional de áudio e vídeo deve conhecer tudo sobre sua profissão. Manter-se atualizado sobre as inovações do mercado será um diferencial na hora de prestar atendimento aos seus clientes e fazer sugestões sobre os melhores produtos disponíveis no mercado.

Neste artigo, vamos mostrar os principais tipos de caixa de som de teto, também chamada “arandela”, e como escolher a melhor. Leia todo o texto e informe-se mais sobre o assunto!

Caixa de som de teto que vem com transformador

Um dos diferenciais é o transformador de linha acoplado, de fábrica, na caixa de som de teto. Algumas caixas não vem com o transformador, nesse caso é preciso procurar e comprar um que se adapte bem a ela.

É sempre recomendado usar uma caixa de som de teto que já venha com o transformador de fábrica, pois já está pronta para instalar, é compatível e tem garantia.

Modelos de caixas  de som de teto mais práticos de instalar

As caixas de som de embutir destacam-se por ajudar na criação de um ambiente mais atraente (melhora a estética) e pela praticidade, pois escondem a fiação e os equipamentos. Existem tipos de caixa de som que são mais práticos de instalar. Esse também pode ser um diferencial tanto para o cliente quanto para o instalador. Somente a parte da tela da caixa fica visível, o resto fica oculto dentro do forro.

O guia de corte

O guia de corte do teto otimiza o trabalho do profissional que vai instalar, pois reduz as chances de erros e desperdícios de tempo e até material. Cortes errados podem comprometer o forro. De preferência esse gabarito de corte feito pelo fabricante, deve vir na embalagem junto com o produto.

O método de fixação

É importante lembrar que o instalador estará em uma escada, com a caixa de som de teto na mão, tendo que conectar os fios nela, por isso é fundamental escolher um sistema de fixação que ajude nesse processo. O ideal são caixas que são fixadas em diferentes etapas, primeiro encaixando elas até um certo nível onde a caixa fique sustentada e o instalador tenha as mãos livres para conectar os fios nela e em segundo empurrando ela para que fique bem rente ao forro de gesso ou drywall. A forma como os alto falantes são encaixados também podem ajudar no melhor desempenho dos alto-falantes e crossover.

As conexões dos cabos

Geralmente as caixas de teto são passivas e necessitam de cabos paralelos para fazer as conexões. É importante que o sistema seja simples na hora de inserir os fios e estejam bem sinalizados os polos negativo e positivo. Muitas vezes a conexão bananinha pode ajudar muito nessa instalação.

Também existem caixas ativas que recebem sinais de linha que se conectam por RCA; XLR; P10, P2, RJ45; USB; Bluetooth/Wi-Fi.

Geralmente, é mais prático instalar um sistema com caixas ativas. porém o custo desse tipo de caixa pode ser superior as passivas.

O acabamento

 

A caixa de som de teto é um elemento que deve ficar discreto no ambiente, mas ao mesmo com design que combine com o ambiente. Para isto é importante verificar se a cor da caixa é exatamente do tom da sua parede, se a tela é do mesmo tom, se o formato dela combina com os outros elementos e se o encaixe dela no teto vai ficar o mais rente possível.

Caixas de som de teto mais resistentes

É importante, também, verificar a resistência da caixa de som de teto. É claro que o fato de ficar embutida no forro já contribui para sua maior durabilidade. De qualquer modo, elas podem ser instaladas também em áreas abertas, o que já as deixa mais vulneráveis à ação do tempo e do clima. Caso o imóvel esteja perto da praia, os riscos são maiores porque a maresia contribui para a oxidação do metal.

Por esse motivo, vale a pena pesquisar e indicar tipos mais robustos e que sejam mais resistentes à oxidação para pessoas que moram perto da praia e que pretendem instalar os equipamentos em áreas mais abertas. Depois de instaladas, elas resistirão pelo maior tempo possível, sem causar dores de cabeça, nem prejuízos financeiros.

Tipos de caixa quanto ao acabamento e ao design

Um bom acabamento também pode influir na durabilidade, além de ser um importante fator estético, juntamente ao design. Quanto ao acabamento, temos, principalmente, caixas de plástico e alumínio. O plástico pode ser policarbonato, polipropileno ou outro. Podem ter, também, detalhes em metal, como neodímio ou cobre.

Quanto ao formato, as caixas de som são redondas, quadradas ou retangulares. A caixa retangular é a preferida em um home theater e se deve ao fato de que o tweeter (sons agudos) não está junto do woofer (sons graves) — daí, a necessidade de “esticar” a caixa para uma melhor uniformidade na reprodução do áudio.

A caixa angulada pode ter formato quadrado ou retangular. Seu design arrojado permite que ela seja instalada perto da televisão ou da tela de projeção, de modo que o som alcance diretamente a pessoa, muito similar ao que acontece nas salas de cinema (mas com um preço bem mais acessível).

Há modelos com tweeter pivotante (móvel), que orientam as frequências diretamente para os ouvidos das pessoas e permitem uso nos canais frontais. Outros têm woofer e tweeter móveis, que possibilitam a audição simultânea dos graves e agudos. As caixas motorizadas saltam da moldura, dirigindo o áudio para os ouvintes. Nos modelos fixos, o som que sai na parte traseira não precisa alcançar os ouvidos das pessoas de forma direta.

Onde comprar?

Também é preciso considerar quais são os melhores fornecedores de caixa de som de teto, analisando o histórico da empresa, sua autoridade no assunto, garantia de fábrica do produto e suporte pós-venda. A garantia e o suporte são fundamentais para uma boa aquisição, não importa qual seja o modelo do equipamento.

O que achou do nosso post? Somos especializados em soluções para instalação de áudio e vídeo. Oferecemos, também, treinamento profissional. Se quiser conhecer nossas soluções entre em contato conosco.

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